EMEI MACHADO DE ASSIS

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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EMEI MACHADO DE ASSIS

2015

1- IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE EDUCACIONAL 1.1 DADOS DA UE

EMEI MACHADO DE ASSIS

DRE SA

ENDEREÇO: Rua Tenente Américo Moretti, 1189. CEP: 04372-064

TELEFONE: 5563-9045 FAX: 5677-3514

BAIRRO: Vila Santa Catarina

DISTRITO: Jabaquara

DADOS INSTITUCIONAIS CRIAÇÃO: Decreto nº: 12.392

de 17/11/1995

DATA DE INÍCIO DE FUNCIONAMENTO: Janeiro/1976 DATA DA INAUGURAÇÃO: Novembro/1975 DENOMINAÇÕES ANTERIORES:

CODLOG: E.H.: 16.10.73.168.000.000

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: Das 07:00h às 19:00h De segunda à sexta-feira

EOL: 092304

1.2 – HISTÓRICO DA UNIDADE EDUCACIONAL

A EMEI Machado de Assis foi criada pelo Decreto nº 12.392 de 17 de novembro de 1975, pelo então Prefeito Olavo Setubal, iniciando o atendimento às crianças em fevereiro de 1976. Localiza-se no bairro da Vila Santa Catarina, a qual pertence ao distrito do Jabaquara, zona sul de São Paulo. A data estabelecida para a comemoração do dia do Patrono foi 29 de setembro, data do aniversário de sua morte. Inicialmente, o prédio da escola era de madeira e contava com cinco salas de aula. Em 1.990, no mandato da Prefeitura Luísa Erundina, foi feita uma grande reforma, substituindo o prédio de madeira por alvenaria, contando com seis salas de aula, ficando pronto no início de 1.992. Devido à sua localização, praticamente é a única EMEI a atender a região da Rua Alba até o Aeroporto de Congonhas, o que sempre implicou em enorme demanda. Em 1.999, o então Prefeito Celso Pitta ordenou a construção de mais duas salas emergenciais, ditas de “latinha”, que foram substituídas, na gestão do Prefeito Gilberto Kassab, por alvenaria , totalizando na escola um atendimento de 8 salas por turno e uma média de 560 alunos. Um dos aspectos mais tradicionais desta escola é a Festa Junina para a qual vem, não somente alunos e seus familiares, como a comunidade do entorno e também ex-alunos, sendo um grande momento de confraternização entre toda a comunidade. A escola possui pouca rotatividade de professores, o que ajuda na continuidade do processo pedagógico. Há também pouca rotatividade de alunos, assim, gerações de uma mesma família passa pela mesma professora, o que auxilia na aproximação escola e comunidade. A partir de 2007, todas as crianças passaram a ser beneficiadas com o Laboratório de Informática que passou a ser dentro do horário regular. Hoje, a escola possui um blog de informática do laboratório: wwwliemachado.blogspot.com. No ano de 2011, em decorrência à Portaria nº 5.555 de 22 de outubro de 2010, expedida pela SME que dispõe, dentre outras coisas, sobre a organização das Unidades de Educação Infantil, houve a alteração do número de turnos. “As Escolas Municipais de Educação Infantil deverão organizar-se em dois turnos diurnos de seis horas diárias, com a seguinte conformidade: Primeiro Turno: das 07h00 às 13h00 e o Segundo Turno: das 13h00 às 19h00”. A Escola passou então, a ter dois turnos de seis horas de duração e a denominação anterior de 1º, 2º e 3º estágio foi alterado para Infantil I (4anos) e Infantil II (5anos). Os alunos passaram a receber lanche e almoço no período da manhã e lanche e jantar no período vespertino. A linha de tempo passou a ser seguida com mais atenção a fim de viabilizar melhor a nova dinâmica das atividades desenvolvidas na escola. Em 2012 realizou-se uma grande reforma estrutural nas instalações da Unidade Educacional. Para 2013 o foco foi a reforma do parque, com vistas à melhora no atendimento às necessidades do desenvolvimento das crianças, visando à estimulação do entorno para trabalhar a curiosidade dos nossos alunos. No ano de 2014 continuamos adequando e melhorando os espaços, tornando os materiais existentes acessíveis aos docentes e alunos, pois entendemos que o espaço físico não apenas contribui para a realização da educação, mas é em si uma forma silenciosa de educar. Como afirma Antônio Viñao Frago, referindo-se ao espaço escolar, este não é apenas um “cenário” onde se desenvolve a educação, mas sim “uma forma silenciosa de ensino”. Em 2015 continuaremos as ações de melhorias em consonância com o Programa Mais Educação de São Paulo, já com vistas às comemorações dos 40 anos da EMEI Machado de Assis.

1.3 PATRONO DA UNIDADE EDUCACIONAL

Esquecidas apenas lidas.

Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional.

Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentará o autodidata Machado de Assis. De saúde frágil, epilético, gago, sabese pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a

missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais. Aos 16 anos, publica em 12-01-1855 seu primeiro trabalho literário, o poema

"Ela", na revista Marmota Fluminense, de Francisco de Paula Brito. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo. Com 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor. Em 1858 volta à Livraria Paula Brito, como revisor e colaborador da Marmota, e ali integra-se à sociedade lítero-humorística Petalógica, fundada por Paula Brito. Lá constrói o seu círculo de amigos, do qual faziam parte Joaquim Manoel de Macedo, Manoel Antônio de Almeida, José de Alencar e Gonçalves Dias. Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada (onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias. Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais. Publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.

Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Agosto de 1869 marca a data da morte de seu amigo Faustino Xavier de Novais, e, menos de três meses depois, em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais. Nessa época, o escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa. Sua união foi feliz, mas sem filhos. A morte de sua esposa, em 1904, é uma sentida perda, tendo o marido dedicado à falecida o soneto Carolina, que a celebrizou. Seu primeiro romance, Ressurreição, foi publicado em 1872. Com a nomeação para o cargo de primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, estabiliza-se na carreira burocrática que seria o seu principal meio de subsistência durante toda sua vida. No O Globo de então (1874), jornal de Quintino Bocaiúva, começa a publicar em folhetins o romance A mão e a luva. Escreveu crônicas, contos, poesias e romances para as revistas O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira.

Sua primeira peça teatral é encenada no Imperial Teatro Dom Pedro II em junho de 1880, escrita especialmente para a comemoração do tricentenário de Camões, em festividades programadas pelo Real Gabinete Português de Leitura. Na Gazeta de Notícias, no período de 1881 a 1897, publica aquelas que

foram consideradas suas melhores crônicas. BIBLIOGRAFIA: Em 1881, com a posse como ministro interino da Agricultura, Comércio Obras Públicas do poeta Pedro Luís Pereira de Sousa, Machado assume o cargo de oficial de gabinete. Publica, nesse ano, um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira. Extraordinário contista, publica Papéis Avulsos em 1882, Histórias sem data (1884), Vária Histórias (1896), Páginas Recolhidas (1889), e Relíquias da casa velha (1906). Torna-se diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia, no ano de 1889. Grande amigo do escritor paraense José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, em sua redação promoviam reuniões os intelectuais que se identificaram com a idéia de Lúcio de Mendonça de criar uma Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa. É o fundador da cadeira nº. 23, e escolheu o nome de José de Alencar, seu grande amigo, para ser seu patrono. Por sua importância, a Academia Brasileira de Letras passou a ser chamada de Casa de Machado de Assis.

Comédia Desencantos, 1861. Tu, só tu, puro amor, 1881. Poesia Crisálidas, 1864. Falenas, 1870. Americanas, 1875. Poesias completas, 1901. Romance Ressurreição, 1872. A mão e a luva, 1874. Helena,1876. Iaiá Garcia, 1878. Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881. Quincas Borba, 1891. Dom Casmurro, 1899. Esaú Jacó, 1904. Memorial de Aires, 1908. Conto: Contos Fluminenses,1870. Histórias da meia-noite, 1873. Papéis avulsos, 1882. Histórias sem data, 1884. Várias histórias, 1896. Páginas recolhidas, 1899. Relíquias de casa velha, 1906.

Teatro Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861 Desencantos, 1861 Hoje avental, amanhã luva, 1861. O caminho da porta, 1862. O protocolo, 1862. Quase ministro, 1863. Os deuses de casaca, 1865. Tu, só tu, puro amor, 1881.

Algumas obras póstumas Crítica, 1910. Teatro coligido, 1910. Outras relíquias, 1921.

Correspondência, 1932. A semana, 1914/1937. Páginas escolhidas, 1921. Novas relíquias, 1932. Crônicas, 1937. Contos Fluminenses - 2º volume, 1937. Crítica literária, 1937. Crítica teatral, 1937.

Histórias românticas, 1937. Páginas esquecidas, 1939. Casa velha, 1944. Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956. Crônicas de Lélio, 1958. Conto de escola, 2002. Antologias Obras completas (31 volumes), 1936. Contos e crônicas, 1958. Contos esparsos, 1966. Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998.

Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura, organizou e publicou as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes.

Nossa unidade tem muito orgulho do nome que tem! Desejamos sempre levar nossos pequenos para o caminho das letras, das descobertas, do inusitado, da reflexão, do saber. “Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.” Machado de Assis

1.4 - ESTUDO DA REALIDADE

Caracterização da Comunidade Escolar Nossos alunos residem nos bairros de Jabaquara, Vila Santa Catarina e Vila Campestre, numa região com densa urbanização e comércio variado; vias públicas pouco arborizadas, carência de praças, jardins com espaços limitados, próximos aos córregos. No entorno existem poucas oportunidades de lazer. O bairro tem passado por várias transformações urbanísticas em função da expansão das linhas do metrô e complexo viário, interferindo nas opções de recreação, que neste momento ficaram ainda mais restritas. As principais atividades vivenciadas pelas crianças apresentadas na pesquisa são: assistir TV, frequentar parques e praças públicos, ir à feira ou supermercados e igreja. Pelo endereço residencial, temos um número razoável de crianças moradoras de comunidades como Alba e Vietnã, que em sua maioria mora em residências de alvenaria em terrenos de núcleos habitacionais que passam por um processo de desapropriação. (Operação Urbana Consorciada Água Espraiada que compõe o Complexo Viário Real Parque, que abrange os bairros do entorno do Córrego Água Espraiada). Assim, mais de 50% deles utiliza transporte escolar particular, o que torna difícil a comunicação com a comunidade. Contudo, tivemos uma boa presença de pais no 1º dia de aula deste ano, além deles participarem ativamente nas atividades propostas pela escola. A maioria, dos alunos, mora com o pai e a mãe. As mães, em sua maioria trabalham fora, com funções de doméstica (auxiliares de limpeza, diarista etc...). Os pais, em sua maioria, exercem profissões como: condutores (motoristas, motoboy, taxista...), no comércio e construção civil. Nossos pais possuem contato literário restrito, não leem gibis, jornais e revistas ou outras manifestações artísticas (como teatro e cinema). As crianças, na grande maioria, possuem aspectos saudáveis, são bem cuidadas, não possuem problemas de saúde, nem estão em tratamento. Conhecer a realidade da Comunidade Educativa e suas necessidades, facilitam a elaboração de um Projeto Pedagógico coerente, que oportuniza as crianças a desenvolver habilidades e competências de modo amplo com diversas produções, as quais não tem contato, permeando pela ética e pelos valores que atendam as concepções solidárias e sustentáveis.

2- FINS E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO

Fins da Educação A escola é pública, gratuita, laica, direito da população e dever da família e do estado e estará a serviço das necessidades e características de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, independentemente de sexo, raça, cor, situação sócio - econômica, credo religioso e político e quaisquer preconceitos e discriminações. Fins e Objetivos da Educação Infantil O Conselho Municipal de Educação de São Paulo, no uso de suas atribuições e com fundamento nos incisos III e IV do artigo 11, nos incisos I e II do artigo 18 e no artigo 89 da Lei Federal n° 9.394/96 e à vista da Indicação CME n° 02/99. DELIBERA: Capítulo 1 Das Instituições de Educação Infantil. Art.1° - Autorização de funcionamento e a supervisão de instituições de educação infantil mantidas pelo Poder Público municipal e por instituições privadas do sistema de ensino do Município de São Paulo serão reguladas pela presente Deliberação. Parágrafo Único - Entende-se por instituições privadas de educação infantil as enquadradas nos termos do artigo 20 da Lei Federal n° 9.394/96 . Art.2° - A educação infantil será oferecida em: I - creches ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; II - pré-escolas, para crianças de quatro a seis anos. § 1° Tanto as creches como as pré-escolas são responsáveis pelo cuidado e educação das crianças. § 2°- As crianças com necessidades especiais serão, sempre que possível, atendidas na rede regular de creches e pré-escolas, respeitado o direito a atendimento adequado às suas características. Capítulo II Da finalidade e dos objetivos Art.3° - A educação infantil tem como finalidade o desenvolvimento integral da crianças, complementando a ação da família e da comunidade. Art.4° - A educação infantil tem como objetivo proporcionar condições adequadas para promover o bem- estar e o desenvolvimento da criança em seus aspectos físicos, psicológico, intelectual, linguístico, moral e social, mediante a ampliação de suas experiências e o estímulo ao interesse pelo conhecimento do ser humano, da natureza e da sociedade. Objetivos da Escola Tornar o Projeto Pedagógico – 2015 um documento que reflita de modo mais fiel possível o trabalho pedagógico e administrativo da Escola, que atenda às necessidades da comunidade escolar, que espalhe as decisões coletivas, que sirva de subsídio ao trabalho pedagógico nele proposto, que permita avaliar as ações desenvolvidas pela Escola, e a consequente reformulação de objetivos, metas, propostas de ações de todos os segmentos participantes do trabalho educativo. . Garantir a todas as crianças atendidas, inclusive as portadoras de necessidades educacionais especiais, o acesso a bens culturais que lhes ofereçam condições de aprender sobre o mundo, sobre si mesma e desenvolver-se como cidadão. . Integrar o trabalho dos diferentes segmentos da Escola tendo em vista o objetivo de construir-se uma Educação Infantil de qualidade. . Enriquecer os espaços educativos existentes na Escola e discutir a criação de outros.  Promover a integração entre a escola e a comunidade, através de atividades que estimulem a sua participação.

3. METAS DA SME 2015

Com base no Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, constitui-se como propostas para a Educação Infantil : - Promoção da reorientação curricular para a Educação Infantil; - “Diálogos para a Construção do Currículo da Infância Paulistana” criar um movimento de discussão sobre o currículo na educação infantil buscando a integração entre as modalidades (CEIs, CEIIs, EMEIs e CEMEI) envolvendo os formadores das DREs e as Unidades Educacionais, com estudos teóricos relacionando-os com as experiências concretas vivenciadas nas Unidades Educacionais, através de encontros quinzenais e Seminário com convidados da Universidade que nos ajudem a avançar em nossas reflexões, no trabalho com as múltiplas linguagens que compõem a nossa cultura ; - SÃO PAULO CARINHOSA - Buscar um trabalho integrado com outras Secretarias à caminho da construção de São Paulo como uma cidade educadora que contemple também a primeira infância; - Buscar um trabalho integrado com a equipe do Ensino Fundamental: através de encontros que possibilitem a presença de professores dos primeiros anos do fundamental e professores do infantil II, que reflitam sobre concepção de criança/infância; a organização dos espaços e tempos; a valorização do brincar, do lúdico e da imaginação; - Buscar um diálogo com os programas desenvolvidos pelo MEC: PróInfância; Pró-Infantil; Brasil Carinhoso; PNAIC – o que nos une – concepção de criança/infância; a organização dos espaços e tempos; a valorização do brincar, do lúdico e da imaginação, e as várias formas de leituras (“A leitura do mundo precede a leitura da palavra” – Paulo Freire); Valorizar a autoria dos educadores: - dar publicidade as práticas inovadoras conhecendo e divulgando os Projetos Políticos Pedagógicos desenvolvidos nas Unidades Educacionais (publicação de forma escrita ou em vídeo); - Divulgar os trabalhos de pesquisa desenvolvidos pelos (as) profissionais da rede na Educação Infantil, através de encontros que eles possam apresentar suas pesquisas;

- Organizar seminários com as equipes das DREs (incluindo a equipe dos CEIs conveniados) sobre “Qualidade e Avaliação na Educação Infantil”; - Buscar parcerias com o MEC , com as Universidades e outras instituições para promover cursos de formação continuada para os (as) educadores (as) de Educação Infantil;

4 - ANÁLISE DA REALIDADE (DIAGNÓSTICO)

A) SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DO ANO ANTERIOR 2014 A escola recebeu uma excelente avaliação de toda equipe escolar, no que se refere ao trabalho educativo desenvolvido durante o ano, como o Projeto Páscoa, Teatro vai a Escola, Festa Junina, atividades da semana da criança, Oficinas Culturais, parceria com o Banco Itaú, etc. Foi avaliado positivamente o esforço dos docentes que conseguiram manter em uso o Laboratório de Informática Educativa, garantindo o atendimento aos alunos, mesmo com ausência do Professor Orientador de Informática Educativa. Entretanto foi apontado que, apesar das excelentes mudanças estruturais nos espaços da EMEI, ainda temos um longo caminho a trilhar na busca de condições ideais de atendimento, fazendo-se necessária a adequação de vários espaços que necessitam de reformas. Algumas avaliações apontaram a necessidade do aumento no quadro de funcionários da Equipe Administrativa e Limpeza, pois alguns serviços ainda não estão sendo realizados a contento. Houve uma pequena insatisfação em relação aos Projetos da Páscoa e Festa de encerramento, pois apesar de nossa escola ter trabalhado com Projetos para a construção de valores, desenvolvimento sustentável e a preocupação com a preservação do meio ambiente em que vivemos, alguns docentes ainda gostariam da presença do papai Noel e presentes de Páscoa e Natal.

B) APÓS ANÁLISE DOS RESULTADOS Esclarecemos que os espaços que necessitam de alguma reforma serão avaliados e, dentro do possível, realizadas as manutenções pertinentes. Salientamos, no entanto, que a verba disponível não é suficiente para realizar as adequações que julgamos necessárias. Em relação ao quadro de funcionários da Equipe Administrativa foi esclarecido que não há como aumentá-lo, já que a quantidade de pessoas é definida por Decreto. Em relação a Empresa Terceirizada que presta serviços de limpeza, houve um corte de 20% de funcionários no contrato, diminuindo um posto em nossa equipe, o que trará prejuízo a nossa Unidade. Apesar disso, procuramos equacionar a falta de um funcionário redistribuindo as tarefas e otimizando a mão de obra que temos disponível. Em relação às insatisfações sobre alguns projetos, salientamos a importância na mudança do paradigma da escola, priorizando o fazer do aluno, por meio de atividades que desenvolvam valores, tomando como eixos temáticos a “sustentabilidade” e a “solidariedade”. Daí nossa opção em não mais presentear as crianças no Natal e na Páscoa, desestimulando o consumismo. Ao invés disso, a nossa proposta é o desenvolvimento de oficinas com a presença das famílias, festas, construção de brinquedos com sucatas, etc.

C) PROBLEMAS ENFRENTADOS E ENCAMINHAMENTOS EFETUADOS PELA UNIDADE EDUCACIONAL



PROBLEMAS ENFRENTADOS: a) b) c) d)

Melhoria do espaço leitor; Umidade e exposição constante a chuva e ao sol nas salas externas; Falta de lugar adequado para acomodação do acervo de livros; Melhoria do acesso para os banheiros e prédio principal pelas salas externas em dias de chuva; e) Crise hídrica;



ENCAMINHAMENTOS: a) b) c) d)

Reforma do telhado, colocação de rufos e calhas, troca do madeiramento apodrecido; O problema da chuva e do sol nas salas externas seria resolvido com uma nova reforma; Construção de estantes para acomodação do acervo no andar superior; Substituição das telhas do prédio anexo, abertura de uma saída lateral pela arquibancada, envolvendo trabalho de serralheria e alvenaria; e) Em parceria com a DRE – Planejamento- reformar os banheiros com instalação de temporizadores nos vasos sanitários, construção de cisternas para captação de águas pluvias para reuso. Cumprimento da ordem interna 01/2015 que prevê a redução de 20%no consumo de água.

D) LEVANTAMENTO DAS NECESSIDADES / PRIORIDADES (RECURSOS) 2015 Com base nos problemas e dificuldades apontadas, as prioridades são as seguintes: Reforma da escola para: 1) Adequação de alguns espaços para melhor atendimento dos alunos, como quadra, , telhado das salas do prédio anexo, cobertura da área externa, espaço leitor, piso do parque, construção de um tanque de areia. Aquisição de materiais: 1) Colocação de triturado de madeira no chão; colocação de cestos de basquete e traves de futebol na quadra, espelhos nas salas de aula, painéis nos corredores, salas de aula, hall de entrada e quadra. Recursos humanos: 1) Garantia do prestador de serviço nas emergências da unidade, parcerias com outras secretarias para melhorar o aspecto de nossa Unidade. 2) Formação continuada em serviço para os ATE’S no sentido de dar a eles subsídios e informação no que se refere ao processo de desenvolvimento intelectual, motor e social da criança, melhorando assim seu repertório no cuidado a mesma, oferecido pela DRE.

E) AVANÇOS / DIFICULDADES / EXPECTATIVAS EM RELAÇÃO AOS RESULTADOS DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM AVANÇOS: 1) Maior desenvolvimento cognitivo por meio das atividades motoras e dos desafios que a escola possa oferecer através da exploração dos diferentes espaços. 2) Aumento do prazer da criança em estar na escola. DIFICULDADES: 1) Garantia da participação da família no acompanhamento das atividades escolares cotidianas dos alunos. 2) Recursos econômicos para satisfazer os ideais da unidade. 3) Recursos humanos. Carência de mão de obra. Quadros incompletos.

F) FORMAS DE ARTICULAÇÃO COM OS PROGRAMAS / PROJETOS DA SME - Garantir as discussões dos programas e projetos de SME nos horários de formação. - Integração de todos os segmentos da escola. - Participação na formação desenvolvida pela Diretoria de Educação. - Desenvolvimento de atividades que propiciem a participação da comunidade escolar.

4.1 – EIXO ENSINO APRENDIZAGEM

A) MAPA GERAL DA ESCOLA 2015



16 SALAS DE AULA: o 4 Ed Inf I manhã o 4 Ed. Inf. II manhã o 4 Ed. Inf. I tarde o 4 Ed. Inf. II tarde

Objetivo da escola não é alfabetização, porém muitos alunos saíram da UE alfabético, nenhum permaneceu na garatuja, todos reconhecem as letras iniciais do nome.

a) MAPA GERAL DA ESCOLA 2015



16 SALAS DE AULA: o 4 Ed Inf I manhã o 4 Ed. Inf. II manhã o 4 Ed. Inf. I tarde o 4 Ed. Inf. II tarde

Mesmo com o avanço previsto pela Portaria nº 5.741, ainda estamos atendendo com 35 alunos em cada sala

devido a grande demanda da Unidade.

Entendemos que esta realidade não é ideal, pois as crianças são muito pequenas, o que requer maior atenção por parte dos educadores, impossibilitando um atendimento individualizado. Toda esta situação contribui para que as crianças fiquem um pouco mais agitadas, com dificuldade de compreender algumas regras.

4.2 - EIXO GESTÃO DE RECURSOS

RECURSOS DISPONÍVEIS: 

Otimizar os recursos humanos no atendimento pleno da Unidade tendo em vista o quadro incompleto de funcionários.



Recursos financeiros recebidos e priorizados no acolhimento do bem estar de todos os alunos e garantia do trabalho pedagógico.

RECURSOS NECESSÁRIOS: 

Adequação dos espaços físicos para atender melhor a comunidade educativa.



Aquisição de materiais pedagógicos para ampliar o acervo já existente, tais como jogos educativos, DVDs, revistas, fantasias, tintas, massinhas, livros interativos, equipamentos e materiais para melhoria do trabalho administrativo, etc.



Dentro do que a legislação prevê, manter o quadro de funcionários completo.

5 - METAS DA UNIDADE ESCOLAR 5.1- EIXO ENSINO APRENDIZAGEM

PLANO DE TRABALHO/ 2015 1.

Nome da Ação: Buscando Caminhos para a Qualidade na Educação Infantil Tipo de Ação: ( ) Projeto ( x ) Processo

2. Identificação do Gestor da ação: Adriana Maria Pochini Martines 3. Objetivo a ser atingido: otimizar e qualificar o atendimento do aluno,tendo como dimensões indissociáveis o Educar e Cuidar em toda ação educacional possibilitando a multiplicidade de experiências e o contato com as diferentes linguagens pelo aluno favorecendo assim, o seu desenvolvimento.

4. População Alvo: crianças matriculadas na EMEI, seus pais, Equipe Gestora, Equipe Docente e Equipe de Apoio. 5. Justificativa: Tendo em vista os documentos elaborados pela Secretaria Municipal de Educação, que contém as propostas para a Educação Infantil e também considerando os registros da Unidade que apontam a necessidade de repensar os espaços, os tempos, os materiais, visando o atendimento de qualidade dos alunos, faz-se necessário introduzir práticas significativas nas diversas situações do cotidiano dos alunos, onde se criam oportunidades para que os adultos atuem como mediadores do processo de desenvolvimento dos mesmos. 6. Cronograma de Atividades

Atividades / Etapas

6

1.Construção de instrumentais, buscando promover a interlocução e conhecimento junto à comunidade educativa, a qual a Escola está inserida, tendo em vista o aperfeiçoamento do atendimento. a) Avaliação da comunidade/Indicadores b) Avaliação semestral do PEA c) Percurso de Aprendizagem (Portifólio individual) 2.Desenvolvimento do PEA 3.Reuniões Pedagógicas 4.Aperfeiçoamento e melhoria dos espaços e instalações existentes na escola, além de aquisições de materiais diversos. 5.Registro em relação à prática cotidiana 6 Atividades abertas à comunidade: a) Reuniões de Pais b) Dia da Família na escola/Festa Junina c) Dia da Família na escola/Mostra Cultural 7.Estudo do meio 8.Oferecimento de atividades diferenciadas às crianças na escola: a) Projeto Carnaval b) Espetáculo “As vogais de Guga”

Período de realização (em dias, semanas, meses ou data início e data fim)

a) De Junho 2015 b) De Julho e Dezembro/2015 c) De Fevereiro a Dezembro/2015 De Março a Dezembro 2015 De Fevereiro a Dezembro 2015 De Fevereiro a Dezembro 2015 De Fevereiro a Dezembro 2015 a) durante o ano letivo, sendo 4 encontros/ano b) Junho/2015 c) Setembro/2015 Setembro

a) Fevereiro b) Fevereiro

c) Projeto Páscoa d) Festa Junina/Dia da Família na Escola e) Saída Cultural f) Oficinas Culturais/Dia da Família na Escola g) Semana da Criança h) Projeto Natal

c) Abril d) Junho e) Agosto f) Setembro g) Outubro h) Dezembro

9. Meta a ser alcançada até o fechamento do Ciclo de Avaliação (definida no início do ciclo e apontada em porcentagem): Atingir 70% das Ações Educativas no Cronograma de Atividades.

5- METAS DA UNIDADE ESCOLAR 5.2. - EIXO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS, FÍSICOS, MATERIAIS E FINANCEIROS

Recursos Humanos:  



Promover situações que valorizem e potencializem as capacidades de todos os participantes da comunidade educativa, buscando a integração e respeito ao outro; Trabalhar conjuntamente Equipe Técnica, Apoio, Docentes e terceirizadas para obtenção do cumprimento das metas (autonomia, alimentação, meio-ambiente) com decisões coletivas através de Reuniões Pedagógicas, Conselho de Escola; Promover a integração entre todos os segmentos da escola;

Recursos Físicos: 

Adequação dos espaços, sempre que necessário, para maior funcionalidade da escola: sala dos professores, refeitórios, quadra, parque, etc.

Recursos Materiais  A Secretaria Municipal de Educação é responsável pela entrega de materiais pedagógicos nas EMEIs. Este ano . estamos iniciando já com os kits entregues aos alunos, o que facilita muito o trabalho do professor. Outros materiais que julgamos necessários, mas que não constam na lista da SME são adquiridos com as verbas recebidas pela EMEI para este fim (PTRF e PDDE), sempre com a participação e aprovação do Conselho de Escola e APM. Financeiros: 

A EMEI , administra a verba do PTRF (Programa de Transferência de Recursos Financeiros) e PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), atendendo sempre as necessidades discutidas e aprovadas em reuniões de APM e Conselho de Escola. As necessidades citadas acima englobam a adequação dos espaços, manutenção do aspecto físico, compra de materiais pedagógicos e papelaria, brinquedos, livros, aquisição de bens patrimoniais, dentre outras.

SÍNTESE DE METAS UE 2015 5.3 - EIXO ENSINO APRENDIZAGEM

AÇÕES/ATIVIDADES

PRAZO

RESPONSÁVEIS

METAS 

Conceituar, elaborar Pedagógico para a UE.

o

Projeto

   

Avaliação-2014 da comunidade escolar (levantamento de dados) Ter como referencia a legislação em vigor, tomando-a a partir do estudo das mesmas. Reuniões de pais e professores, CE e APM. Refletir sobre o fazer da criança nos espaços educacionais nos momentos coletivos



Planejamento e Registro da prática educativautilização de diferentes instrumentais



Acompanhamento e registro do processo de ensino-aprendizagem – utilização de registros individuais e registros coletivos e documentação organizada

Durante o ano letivo

Todos os professores e escolar.

funcionários, comunidade



Envolver comunidade aprendizagem dos alunos Dentro do contexto da U.E

na



Vivências culturais (passeio, Festa Junina, Oficinas de Pais, teatro na Escola).  Dia da família na escola  Projeto VIVE  Reuniões de pais com base nas orientações da Portaria nº 6448 de 15/11/14= Calendário 2014 que prevê quatro reuniões de pais/responsáveis sendo uma ao final da cada bimestre SEM SUSPENSÃO DE AULA  Reuniões/ entrevistas com familiares em horário que atenda a participação da família  Utilização da agenda  Cartazes/Painéis informativos  Cooperação e troca com as famílias  Formação de parcerias (U.B.S, 3º setor, órgãos centrais...).  Produção de portfolio individual – percurso de aprendizagem  Ficha semestral de acompanhamento (individual. e grupo)  Contato telefônico , quando necessário  Pauta formativa de reunião de pais envolvendo apresentação do planejamento ,discussão e participação e acompanhamento das vivencias e produções das crianças  Processo de avaliação institucional  Biblioteca Circulante (empréstimo semanal de livros)  Envio da Pasta de atividades com as produções do bimestre de cada criança  Produção de painel de fotos e/ou slides como registro das atividades vivenciada pelas crianças.

Durante o ano letivo

Todos os professores e escolar.

funcionários, comunidade

. 

Efetuar propostas que promovam a autonomia das crianças, a multiplicidade de experiências e o contato com as diferentes linguagens em parceria com as família

 





    





Planejamento de atividades variadas Disponibilização de diferentes espaços e materiais para o desenvolvimento de atividades individualmente, em pequenos grupos ou em grupo maior. Professoras e demais funcionários, apoiando diariamente as crianças na conquista da autonomia para realização dos cuidados diários Na medida do possível encaminhar a organização das atividades e do tempo, de modo que ofereçam simultaneamente um conjunto de atividades diferentes que podem ser escolhidas pelas crianças. Ter na rotina diária a “roda de conversa” Utilização do espaço leitor Utilização do LIE Ambientação dos espaços existentes Utilização de situações cotidianas organizadas ou inesperadas para que as crianças se ajudem mutuamente e compartilhem responsabilidades e conhecimentos em grupo (ex. Organizar os brinquedos, compartilhar material coletivo, apreciar um filme...) Promoção de oportunidades de interação entre crianças de faixas etárias iguais e diferentes

Organização da linha de tempo de modo a permitir a interação entre as crianças adultos, espaços e materiais

Durante o ano letivo

Todos os funcionários, professores e comunidade escolar.



Formação de Professores e da CP;



Acessibilidade a todos os recursos disponíveis na escola com vistas à qualidade do trabalho em sala de aula (Datashow, episcópio, máquina fotográfica, recursos do computador,...)  Acessibilidade a todo acervo literário da Escola;  Reuniões pedagógicas.  Formação oferecida por SME, sindicatos.  Formação em serviço através da JEIF, visando: 1- Atualização de conhecimentos 2- Promoção de leitura e discussão de pesquisas e estudos sobre a Infância e práticas de educação infantil; 3- Apoio à inclusão; 4- Trocas de experiências e problematização de práticas; 5- Aprimoramento dos registros; Reorientação de práticas.

Durante o ano letivo;

Todos os professores comunidade escolar;

e

5.4 - SÍNTESE DE METAS UE 2015 GESTÃO DE RECURSOS

METAS 

Adequação do Piso do Parque

AÇÕES/ATIVIDADES 

PRAZO

RESPONSÁVEIS

Colocar EVA nos locais de maior Janeiro à Dezembro de 2015



Equipe Técnica

impacto



Conselho

de

Escola



Manutenção dos espaços físicos,



equipamentos e etc

Manutenção dos espaços físicos e

Janeiro à Dezembro de 2015

equipamentos da escola, com



APM



Equipe Técnica



Conselho Escola

serviços de pintura, hidráulica, serralheira, alvenaria, marcenaria



Suprimentos de necessidades das Equipes Docente, Apoio e Gestora



Compra de material pedagógico, brinquedos, papelaria e

de

Março à Dezembro de 2015



APM



Equipe Técnica



Conselho

equipamentos

Escola 

APM

de

6- PROJETOS ESPECIAIS DE AÇÃO - PEA Portaria 1.566 /08, doc. 19/03/2008-pág. 19 I-Unidade Escolar: EMEI MACHADO DE ASSIS

II - Ano Letivo: 2015

III -Especificações do Projeto: “O desenvolvimento Infantil no contexto da EMEI” Período de realização: de 09 / 03 / 2015 a 09 / 12 / 2015 - Total de horas semanais: 04 h semanais

IV - Justificativa e Articulação com o Projeto Pedagógico da Unidade Educacional “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender

não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”. (Paulo Freire) Os aspectos propostos no PEA-2014 “O DESENVOLVIMENTO INFANTIL NO CONTEXTO DA EMEI”, mostraram-se pertinentes, e seus desdobramentos durante o ano letivo subsidiaram uma prática docente consistente junto às crianças. Fortaleceram o trabalho em equipe, a troca de experiências, e principalmente garantiram a indissociabilidade entre o cuidar e o educar no contexto escolar. Após fazer um diagnóstico dos saberes da equipe docente, a leitura dos objetivos gerais do Projeto Político Pedagógico e as avaliações institucionais do último ano, e sempre apoiados por subsídios propostos por S.M.E para construção de uma educação pública e democrática de qualidade oferecida às crianças da cidade de São Paulo, apontamos para a necessidade de continuidade, aprofundamento e ampliação na formação docente em serviço nos seguintes aspectos:  Aprofundamento nas diferentes linguagens e suas articulações à ação pedagógica na educação infantil  Desenvolvimento Sustentável/Consumismo  Currículo, Acompanhamento e Avaliação do processo de Aprendizagem e desenvolvimento das crianças Assim para este ano, a formação docente surge como oportunidade para nos aprofundarmos nas questões que envolvem a Qualidade na Educação Infantil, levando-se em conta ações sempre pautadas em práticas educativas que

respeitem os direitos fundamentais das crianças e em consonância legislação em vigor.

V - Envolvidos (Coordenação e Participantes) – U.E.: EMEI MACHADO DE ASSIS Nome do PEA: “O DESENVOLVIMENTO INFANTIL NO CONTEXTO DA EMEI” ano: 2015 Coordenação: Cláudia De Donato

GRUPO –I HORÁRIOS COLETIVOS 08h40 às 09h25 09h25 às 10h10 10h10 às 10h55

2ª FEIRA

3ª FEIRA

4ª FEIRA

5ª FEIRA

6ª FEIRA

****** ****** ******

LIE PEA PEA

****** PEA PEA

H/C H/C H/C

****** ****** ******

Cargo / função

Nome

R.F.

Jornada

Nº Horas Atividades

e/ou Nº TEX

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Solange Mª de Souza Pavoni

612.965.0.03

JEIF

========

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Claudia Regina Afonso Garcia

615.501.4/2

JEIF

========

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Marta Aparecida J. Coimbra

617.296.2.01

JEIF

========

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Patrícia Helena R. Camargo

722.982.8.12

JEIF

========

Assinatura

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Cirlene Almeida Ramos

674.933.0/03

JEIF

========

GRUPO –II HORÁRIOS COLETIVOS 11h05 às 11h50 11h50 às 12h35 12h35 às 13h20

2ª FEIRA

3ª FEIRA

4ª FEIRA

5ª FEIRA

6ª FEIRA

****** H/C LIE

****** PEA PEA

****** PEA PEA

H/C H/C ******

****** ****** ******

Cargo / função Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

Nome

Jornada

R.F.

Suziney Silva da Hora

671.703.9.01

Benedita Ap. Caldeiran Martins

669.498.5.02

Raquel Almeida da C. Carmo

738.009.7.01

JEIF

========

JEIF

========

JEIF

========

GRUPO –III HORÁRIOS COLETIVOS 13h25 às 14h10 14h10 às 14h55

Nº Horas Atividades e/ou Nº TEX

2ª FEIRA

3ª FEIRA

4ª FEIRA

5ª FEIRA

6ª FEIRA

PEA PEA

PEA PEA

****** ******

H/C H/C

H/C LIE

Assinatura

Cargo / função

Nome

R.F.

Jornada

Nº Horas Atividades e/ou Nº TEX

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Maria Cristina Nascimento

522.025.4.03

JEIF

========

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Sonia Mª C. Oliveira Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Elenice das Neves

556.027.6.00

JEIF

========

656.551.4.00

JEIF

========

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I

723.172.5.02 744.839.2.03

JEIF

========

JEIF

========

772.688.1.01

JEIF

========

Daniela Slobodeicov. C.Ribeiro

Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Regina Butsher Cruz Profª Ed. Inf. Ens. Fund. I Roberta Melo da Silva

________________________

Assinatura

______________________

Coordenador Pedagógico

Diretor de Escola

VI - Cronograma : GRUPO 1 e 2 = 3ª e 4ª feiras Mês

Dias do Mês / Carga Horária Diária

Março

3ª 4ª

Abril



Maio

4ª 3ª

Junho

10 11

17 18

24 25

31

07

14

21

28

01 05

08 12

15 19

22 26

29

4ª 3ª

06 02

13 09

20 16

27 23



03

10

17

24

Carga Horária Total do Mês 14 HORAS 16 HORAS 16 HORAS

30

18 HORAS

Julho



07

21

28

Agosto

4ª 3ª

01 04

08 11

22 18

29 25

Setembro

4ª 3ª

05 01

12 08

19 15

26 22

Outubro

4ª 3ª

02 06

09 13

16 20

23 27

Novembro

4ª 3ª

07 03

14 10

21 17

28 24

04 01

11 08

18

25

Dezembro

4ª 3ª 4ª

02

09

14 HORAS (6+8)

16 HORAS 29

20 HORAS

30 16 HORAS 16 HORAS 08 HORAS 154 HORAS Carga Horária Total do Ano

GRUPO 3 = 2ª e 3ª feiras Mês

Dias do Mês / Carga Horária Diária

Carga Horária Total do Mês 16 HORAS

Março

2ª 3ª

09 10

16 17

23 24

30 31

Abril



06

13

20

27

12 HORAS

3ª 2ª

07 04

14 11

21 18

28 25

16 HORAS



05

12

19

26

20/04-repor em 13/06

Maio

Junho



01

08

13

15

22

29

22 HORAS

02 06

09 27

16

23

30

Julho

3ª 2ª

Agosto

3ª 2ª

07 03

21 10

28 17

24

31

18 HORAS

04

Setembro

3ª 2ª

11 07

18 14

25 21

28

16 HORAS

Outubro

3ª 2ª

01 05

08 12

15 19

22 26

Novembro

3ª 2ª

06 02

13 09

20 16

27 23

03 07

10

17

24

Dezembro

3ª 2ª 3ª

01

08

10 HORAS (4+6)

29 14 HORAS 30

16 HORAS 06 HORAS 146 HORAS Carga Horária Total do Ano

VII -O b j e t i v o s Em relação aos alunos:

VIII - Resultados Esperados / Metas Em relação aos alunos, espera-se que tais situações ampliem suas possibilidades quanto a:

   





Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e potencialidades; Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social; Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo gradativamente, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda, colaboração e respeito; Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para a conservação; Utilizar as diferentes linguagens, ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação cotidianas, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva e articulatória com as áreas do conhecimento. Incluir as crianças portadoras de N.E.E na Educação Infantil, garantindo-lhes o direito à educação, buscando romper paradigmas educacionais existentes, com vistas à promoção de seu desenvolvimento e aprendizagem, ampliando desta forma, suas experiências, conhecimento e participação social



Conviver, brincar e trabalhar em grupo;



Investigar aspectos do ambiente que instigam sua curiosidade;



Cuidar de si de dos outros, valorizando atitudes que contribuam para uma vida saudável;



Apropriar-se das linguagens que circulam em nosso meio social;



Antecipar formas de escrita, e muitas outras;



Ter iniciativa e buscar soluções em relação a conflitos e problemas;



Autonomia nas interações com os colegas, professoras e demais funcionários, bem como espaços e materiais.



Valorização da diversidade e o reconhecimento das diferenças no ambiente escolar.

Em relação aos professores:

Em relação aos professores:



Ao final do ano letivo de 2015 :





Apoiar o aperfeiçoamento de práticas pedagógicas dos professores de modo a consolidar o PPP da Escola; Investir na formação docente com vistas à realidade atual, aperfeiçoando, enriquecendo e ampliando conhecimentos e interações com vistas à compreensão do meio em que está inserida a comunidade educativas; Propiciar momentos de reflexão que desencadeiem novas

   



Os professores, em sua maioria, mais seguros no desempenho de suas atribuições; A melhoria da qualidade do ensino oferecido, fortalecendo as relações de escola com as famílias, articulando as atividades escolares ao contexto da realidade local. Conhecimento da legislação vigente.



Dar visibilidade às famílias do trabalho desenvolvido no

discussões e avanços na prática docente, e consequentemente, na melhoria da qualidade da educação de nossas crianças; 



Qualificar a prática a partir da reflexão sobre as interações, espaços , materiais e documentação pedagógica existentes no contexto da

Construir uma cultura de formação na perspectiva mais critica e mais reflexiva; Consolidar o fazer pedagógicos embasados em teorias. Aperfeiçoamento profissional,

EMEI 

  

Promover junto ao corpo docente estudos sobre as múltiplas linguagens para aprofundar os conhecimentos sobre o desenvolvimento integral, nos aspectos físico, emocional, afetivo, cognitivo, linguístico e social, criando referências para a organização de rotinas pedagógicas significativas na EMEI; Subsidiar a análise dos processos de planejamento, acompanhamento e avaliação da aprendizagem e desenvolvimento das crianças à luz da legislação em vigor ; Instrumentalizar no replanejamento das ações educativas; Fortalecer atitudes de acolhimento e respeito mútuo às crianças e suas famílias, dentro de uma prática pedagógica que integra o Cuidar e o Educar.

EMEI, a fim de desmistificar concepções construídas historicamente sobre a Educação Infantil, além de estreitar as relações entre escola-comunidade;

VIII - Descrição das Fases/Etapas: Cronograma de execução e avaliação. No cronograma especificar as datas com os conteúdos correspondentes, dividindo-se bimestralmente. Etapa Conteúdos Execução e Avaliação Apoio bibliográfico 1º BIM Março Abril

Um currículo integrador 1- Currículo: coração de uma instituição de educação infantil 2- O currículo em ação na instituição de Educação Infantil  Como os diversos elementos da proposta pedagógica se articulam, dinamizando o currículo?  Como podemos concretizar o currículo no cotidiano? 3- Concepção de currículo Educação Integral 4- Um paradigma contemporâneo para a educação integral 5- Um paradigma holístico para a Educação 6- A qualidade na Educação Infantil 7- Referências : escolas brasileira que s inspiram em Reggio Emília

Um currículo integrador 1-Currículo na Educação Infantil-diálogo com os  Conceituação demais elementos da proposta pedagógica-Fátima  Estudo, reflexão e Salles/Vitória Faria – pág.225 registro 2- Currículo na Educação Infantil-diálogo com os  Planejamento da demais elementos da proposta pedagógica-Fátima ação educativa Salles/Vitória Faria – capítulo 3( a partir da pág.170 a.Leitura, reflexão e registro; 3-Orientação Normativa nº 01/03- pag.11 b.Relato de experiências Diretrizes curriculares nacionais para educação vividas e problematização de infantil-pág.12 práticas; Educação Integral c.Identificar os fatores que facilitam/dificultam os avanços 4-Revista Pátio ano XIII ago./out.2009”Um paradigma contemporâneo para a educação da prática docente; integral -pág.”. 12 (Jaqueline Moll) d.Apreciação do dvd e.“ Caminhando com Tim-Tim” 5-Revista Pátio ano XIII ago./out.2009“Um paradigma holístico para a Educação”pág.20(Rafael Yus) 6-Indicadores da qualidade na educação infantil 8- Revista Nova Escola ano XXVII-nº267

Etapa 2º BIM Maio Junho Julho

Conteúdos O Brincar na Educação Infantil 1- Diagnosticando o Brincar na Unidade(ponto de partida)/Como as crianças brincam 2- A atividade lúdica no contexto da educação 3- Classificação das brincadeiras infantis 4- As brincadeiras e suas possibilidades 5- As práticas do brincar Jogar e brincar 6-Diferentes olhares sobre o mesmo assunto Copo em movimento 6- O crescimento e o desenvolvimento da criança 7- A corporeidade e a criatividade na Educação Infantil 8- A importância da motricidade para a criança Acompanhando e avaliando o processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças 10--Levantamento de aspectos relevantes que

deverão estar presentes na análise da necessidade de adequações no âmbito da instituição escolar, contexto de aprendizagem e na avaliação do processo de aprendizagem dos alunos; Revisitando o P.P.P 11-Articulação entre fundamentação teórica e o

Execução e Avaliação   

Conceituação Estudo, reflexão e registro Planejamento da ação educativa

a- Leitura, reflexão e registro; b- Discussão sobre as manifestações culturais e a qualidade das situações didáticas oferecidas às crianças em relação ao brincar e imaginar; d- Planejamento de propostas e atividades a serem desenvolvidas junto às crianças; e- Vivências e produção de materiais; f-Observação e registro das produções infantis. g- Apreciação de vídeos relacionados aos temas

h-Sondagem i-Avaliação individual e de grupo j.-Elaboração do instrumental de avaliação semestral dos alunos k.Elaboração do instrumental de avaliação semestral dos alunos com NEE l.Avaliação Semestral do PEA m. Relato de experiências vividas e problematização de práticas

Apoio bibliográfico O Brincar na Educação Infantil 1-Educação Infantil- “Tempos e espaços para a infância e suas linguagens”.- pág.47 1a-O brincar na Educação Infantil – Adriana Friedmann/ cap. 1 1- O brincar na Educação Infantil – Adriana Friedmann/ cap. 2 2- O brincar na Educação Infantil – Adriana Friedmann/ cap. 3 3- O brincar na Educação Infantil – Adriana Friedmann/ cap. 4- O brincar na Educação Infantil – Adriana Friedmann/ cap. 5 Jogar e brincar 5- Cadernos da rede- Percursos de aprendizagens: Jogar e brincar 6.a Brinquedos e brincadeiras na creche(MEC) Copo em movimento 7-Corpo em movimento na Educação Infantil- Vilma Leni Nista-Piccolo/Wagner Wey Moreira pág.41 8- Corpo em movimento na Educação Infantil- Vilma Leni Nista-Piccolo/Wagner Wey Moreira pág. 50 9- Corpo em movimento na Educação Infantil- Vilma Leni Nista-Piccolo/Wagner Wey Moreira pág.62 Acompanhando e avaliando o processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças 10- Referencial sobre Avaliação da aprendizagem de alunos com N.E.E 10.a-Referencial sobre Avaliação da aprendizagem de alunos na área da deficiência Intelectual

Revisitando o P.P.P 11- Currículo na Educação Infantil-diálogo com os

contexto/ estratégias para elaborar, implementar e avaliar

Etapa Conteúdos 3º BIM Agosto Educação Ambiental 1- A contribuição da Educação Infantil para uma Setembro consciência Ecológica 2- Entendimento e ação – preservar é coisa séria 3- Consumismo e consumismo infantil 4- 5 R: reduzir, reutilizar ,reciclar, recusar e refletir A Arte na infância 5-Diagnosticando o trabalho na Unidade(ponto de partida) 6-Reflexões iniciais 7-Desdobramentos Música a Educação Infantil 8-Diagnosticando o trabalho com a música na Unidade(ponto de partida) 9- Porque que existe a música? 10- A música 11- Crianças, sons e música 12- A música na Educação infantil

demais elementos da proposta pedagógica-Fátima Salles/Vitória Faria pág.47 11a- Indicadores de qualidade

Execução e Avaliação  

Conceituação Estudo, reflexão e registro  Planejamento da ação educativa a. Planejamento de propostas e atividades a serem desenvolvidas junto às crianças; b. Encaminhamentos em relação à: coleta seletiva, horta, parcerias, parque c. Ações no dia a dia d. Apreciação de sites que tratam dos temas abordados e. Apreciação de vídeos relacionados aos temas f. Mobilização para as oficinas culturais g. Experimentação de diferentes técnicas e materiais h. Vivências e produção de materiais; i-Observação e registro das produções infantis.

Apoio bibliográfico Educação Ambiental- fundamentos de Meio Ambiente(eixo nº 3) 1-Revista – ano VIII out./dez.2010pág. 4 “A contribuição da Educação Infantil para uma consciência Ecológica ”-Lenira Haddad 2-Revista Nova Escola “Preservar também é coisa de criança”- Cristiane Marangon, de Currais Novos, RN ([email protected]) 3http://www.brasilescola.com/psicologia/consumism o.htm- Consumismo 3ahttp://www.brasilescola.com/psicologia/consumoinfantil.htm – Consumo infantil 4- ww.akatu.org.br/ 4a- Guia PAVS(Programa de ambientes verdes e saudáveis) 5 a- Educação Infantil- “Tempos e espaços para a infância e suas linguagens- pág.71 5/6/7-“Interações: onde está a arte na Infância? Stella Barbieri 8-Cadernos da rede / Percursos de aprendizagens: A escuta ativa e a Exploração musical pág.29 9- “Música na Educação Infantil” – Teca Alencar

de Britto pág.13 10-“Música na Educação Infantil” – Teca Alencar de Britto pág.23 11-“Música na Educação Infantil” – Teca Alencar de Britto pág.33 12. “Música na Educação Infantil” – Teca Alencar de Britto pág.49

Etapa Conteúdos 4º BIM Linguagem Teatral Outubro 1. Representação e práticas teatrais na educação Novembro infantil Dezembro 2. Trabalho pedagógico 3. A construção de papéis como conteúdo de teatro na educação infantil 4. Objetos teatrais – O papel dos objetos na construção do espaço cênico 5. A inclusão de crianças com necessidades especiais na brincadeira simbólica Acompanhando e avaliando o processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças 6-Levantamento de aspectos relevantes que

deverão estar presentes na análise da necessidade de adequações no âmbito da instituição escolar, contexto de aprendizagem e na avaliação do processo de aprendizagem dos alunos;

Execução e Avaliação   

Conceituação Estudo, reflexão e registro Planejamento da ação educativa

a. Leitura, reflexão e registro; b. Proposta de exploração de materiais não estruturados; c. Vivências e produção de materiais d. Observação e registro das produções infantis. e. Discussão sobre as manifestações culturais e a qualidade das situações didáticas oferecidas às crianças

f. Sondagem

Apoio bibliográfico O desenho Linguagem Teatral 1-2-3-4- Cadernos da rede/ Percursos de

aprendizagem: Práticas teatrais 5-Cadernos da rede/ Percursos de aprendizagem: Narrativas infantis no jogo de faz de conta pág.38 6-Instrumenais elaborados no 1º semestre

Revisitando o P.P.P 6-Articulação entre fundamentação teórica e o contexto/ estratégias para elaborar, implementar e avaliar

g. Avaliação individual e de grupo h. Instrumental de avaliação semestral dos alunos i. Instrumental de avaliação semestral dos alunos com NEE j.Avaliação Semestral do PEA

X - Procedimentos Metodológicos: Orientar-se pelo princípio da Formação Continuada pautada na resolução de situações-problema abordando: 9.1.Identificação dos aspectos relevantes com levantamento e análise dos dados; 9.2.Sistematização; 9.3.Alternativas de solução; 9.4. Implementação de propostas; 9.5.Avaliação. Identificação dos Os instrumentais de registro e as discussões nos momentos coletivos permitiu-nos observar os seguintes aspectos: 1- A formação inicial e continuada no local de trabalho, como pressuposto básico para a valorização e aspectos relevantes – aperfeiçoamento do professor, e melhora da qualidade do ensino; com levantamento e 2- Necessidade de ressignificar o espaço escolar em seus múltiplos aspectos e sua relação com o entorno; análise dos dados 3- A construção coletiva e integrada dos conhecimentos, saberes e práticas dos diferentes atores envolvidos; 4- Rever os espaços existentes e criação de novos , frente às demandas existentes, otimizando –os ; Sistematização As atividades referentes ao projeto serão realizadas ao longo da semana, perfazendo um total de 4 horas semanais para cada agrupamento. Esclarecemos que o horário coletivo perfaz um total de 8 horas semanais, onde teremos: Três horas coletivas, não pontuadas, onde os professores em JEIF elaborarão atividades relacionadas ao Planejamento, registros(semanais, mensais, diários)leitura de documentos oficiais e, datas comemorativas e/ ou fatos notórios da época, e demais temas relativos ao contexto da educação infantil.

Alternativas solução

Implementação propostas

Uma hora coletiva não pontuada com formação em informática educativa no LIE. Também está prevista a elaboração de instrumentais que se fizerem necessários no decorrer do ano letivo. de Destacam-se como principais procedimentos metodológicos com vistas à solução e otimização dos horários coletivos: 1-Articulação entre a teoria e a prática, através de uma formação continuada em serviço, abrangente e unificada, com momentos de estudo e discussão sobre a prática pedagógica, possibilitando compreender, comparar e avaliar as diversas ações educativas desenvolvidas na Escola; 2-Refletir com base na vivência e com conhecimento de aspectos do desenvolvimento infantil sobre as reais necessidades das crianças e como buscar alternativas nas questões da rotina; 3- Organização do trabalho coletivo através de: grupos de estudo, oficinas, dinâmicas de grupo, apreciação de vídeos pertinentes, pesquisa pela Internet, registro diário; 4-Utilização de bibliografia pertinente 1- Planejamento de atividades para aplicação em sala de aula; das 2- Confecção de materiais de apoio para ação pedagógica ; 3- Pesquisa de campo e registros coletivos; 4- Reuniões pedagógicas ; 5- Diálogo com as famílias sobre a aprendizagem e o desenvolvimento da criança, aproveitando as diversas atividades oferecidas pela escola. 6- Utilização de bibliografia pertinente.

Acompanhamento e Avaliação: periodicidade, indicadores e instrumentos para registro do processo e aferição dos resultados.

Avaliação, tanto a contínua quanto a final, será realizada pelos participantes, Equipe Técnica e Supervisor Escolar, coletivamente e pelo Conselho de Escola, visando o redimensionamento, continuidade e efetivação do projeto. A avaliação é entendida como instrumento diagnóstico e tomada de decisões, sendo contrária à concepção de julgamento de resultados. A avaliação será realizada de acordo com os seguintes parâmetros:

. Artigo 7º - § 1.º - A avaliação descrita no “caput” deste artigo será realizada de acordo com os seguintes parâmetros: A. a frequência dos participantes, expressa em percentual final.

a. a frequência dos participantes, expressa em percentual final; b. a pontualidade dos participantes, atestada em folha de frequência; c. o cumprimento do cronograma apresentado; d.. a obtenção dos resultados esperados , descritos como atingidos totalmente, parcialmente ou não atingidos e

reflexos no processo ensino e aprendizagem; e. o aproveitamento e a pertinência das referências bibliográficas utilizadas; f. o registro de atividades, que deverá ser o mais detalhado possível.  Em relação aos alunos Avaliando o Processo de Aprendizagem e Desenvolvimento da Criança “Partindo do pressuposto que “a avaliação será sempre da criança em relação a si mesma e não comparativamente com as outras crianças” MEC, 2012), entendemos que avaliação deve servir para registrar as situações/experiências vividas pelas crianças no dia a dia, enfatizando suas descobertas e aprendizagens, considerando o princípio de que a Avaliação é um processo contínuo, para identificar suas potencialidades, interesses e necessidades. Tal concepção de avaliação se efetiva por meio de uma sistematização de registros significativos dos fazeres vividos pelas crianças, e serão considerados “Documentação Pedagógica” (Orientação Normativa nº01/13).  Em relação aos professores: A avaliação feita pelos professores do projeto ocorrerá nos momentos coletivos, reuniões pedagógicas, conversas pautadas pela ação-reflexão-ação, levando-se em conta aspectos positivos e negativos, troca de experiências. Objetivando-se o repensar e a viabilização do trabalho pedagógico. O grupo registrará sua posição frente ao projeto de nos instrumentais previstos em lei.

XIII– Assinatura dos participantes (Constantes do quadro V)

XIV– Parecer da Equipe Gestora da U.E. A formação continuada docente no contexto escolar reflete diretamente na qualidade do ensino oferecido às crianças, pois promove o crescimento profissional individual e coletivo, concorrendo para o aprimoramento dos professores, tornando-os mais aptos no desempenho de suas atribuições, focadas nas crianças enquanto sujeitos e coautoras de seu desenvolvimento com vistas à autonomia e a cidadania. Tendo em vista o alcance dos objetivos propostos em consonância com o Projeto Pedagógico da Escola e, considerando as ações planejadas contidas no detalhamento das fases e etapas do projeto, voltadas para a melhoria do processo ensino-aprendizagem a Equipe Técnica da EMEI MACHADO DE ASSIS, é favorável à realização do Projeto Especial de Ação “O Desenvolvimento Infantil no Contexto da EMEI”. XV– Despacho de autorização do Supervisor Escolar Estando este PEA em consonância com o contido na Portaria 1.566 / 08, somos favoráveis a sua autorização.

_____________________________________ Carimbo e assinatura do Supervisor Escolar

XVI-Homologação do Diretor Regional de Educação

Homologo - São Paulo, _______/_____/2015. ________________________________________________ Carimbo e assinatura do Diretor Regional de Educação

Trabalho no L.I.E com docentes em JEIF – 2015 Envolvidos: Coordenador Pedagógico e professores em Jeif, prioritariamente. Frequência: 1vez por semana, na seguinte conformidade: GRUPO I II III

SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 6ª FEIRA

HORÁRIO DAS 08H40 ÀS 09H25 DAS 11H50 ÀS 12H35 DAS 14H10 ÀS 14H55

Justificativa: “As possibilidades de uso do computador como ferramenta educacional estão crescendo e os limites dessa expansão são desconhecidos. Cada dia surgem novas maneiras de usar o computador como recurso para enriquecer e favorecer o processo de aprendizagem” Desta forma constata-se que o computador é uma ferramenta que favorece a conversão de informações em conhecimentos contemplando as interações...”(Valente-1993. P,18) Segundo o MEC, Informática Educativa significa:

“A inserção do computador no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades da educação. Os assuntos de uma determinada disciplina da grade curricular são desenvolvidos por intermédio do computador”. Na sociedade atual o acesso à informática configura-se como um direito. Na escola, o estudante pode e deve usufruir de uma educação em que, a alfabetização tecnológica esteja incluída, porém não como um curso de informática, mas sim, como forma de aprendizado que seja capaz de efetuar uma nova leitura de mundo. A informática é um importante recurso pedagógico, por isso, a Escola precisa utilizar o computador e suas ferramentas como meio facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Considerando os interesses e as exigências da sociedade atual e a necessidade de adequar o ensino às mudanças sociais, é preciso integrar a informática ao currículo escolar, pois os computadores fazem parte no nosso dia-a-dia, e a escola deve preparar o aluno para o futuro. Diante deste cenário é importante que o professor possa refletir sobre essa realidade, repensando sua prática, construindo ações que permitam não só lidar com esse fato , como também construílo, instrumentalizando-se. Sendo assim, ele precisa apropriar-se dessa tecnologia e introduzi-la, no seu dia-a-dia.

Objetivos:

 Promover o uso pedagógico da informática na educação básica, integrando a informática educativa com a proposta de ensino pedagógica da escola, a fim de desenvolver diversas habilidades com o uso do computador e contribuir com a educação do aluno, estimulando o aprendizado, contemplando as diversas áreas do conhecimento de forma interdisciplinar.  Inclusão digital de alunos e professores.

Objetivos Específicos:         

Conhecer as partes do computador Realizar as atividades propostas no LIE Desenhar e pintar no programa de pintura (Paint). Desenvolver apresentações de atividades (Power point). Exercitar o uso da planilha.(Excel) Transferência de arquivos. Realizar estudos e pesquisa na internet em páginas educacionais. Utilizar a internet como fonte de conhecimentos e informação. Pesquisar na internet e desenvolvimento de atividades.

Conteúdos  Introdução à informática Conceitos, como funciona, aplicação, ambiente operacional, transferência de arquivos  Navegação na internet

O que é internet Acessando uma página na WEB Procurando uma página Enviando e recebendo mensagem Redes digitais de comunicação

 Ferramentas disponíveis Editor de Texto WORD (escrever) Planilha Eletrônica EXCEL (cálculos e lógicas com tabelas) Paint Brush Calculadora Hipermídia POWER POINT (criação e exibição de apresentação) Internet (conceitos, vantagens e desvantagens) Notas autoadesivas  Aplicação pedagógica Os aplicativos: Word, Excel, Power Point e Internet, serão trabalhados de forma clara e objetiva, explorando as vantagens que os identificam e portanto, facilitam a usabilidade e praticidade de cada um e do trabalho integrado. O aplicativo WORD, será utilizado para digitar de textos. Em seguida, utilizar-se-á o EXCEL para tabular dados e construir gráficos . Também será apresentado o Power Point, com propósito de que todos percebam que esse aplicativo pode ser utilizado no dia-a-dia da escola junto às crianças. Por fim, conheceremos algumas redes digitais de comunicação, com vistas uma reflexão sobre sua utilização pois, o surgimento e a popularização dessas e outras expressões atestam para o

reconhecimento das rápidas e profundas alterações nas formas como nos relacionamos uns com os outros que estão em curso. Recursos:  Computadores do LIE  Ferramentas operacionais  Pen drive  Internet  Impressora (disponível na secretaria da escola);  Data show  Máquina fotográfica digital  Celulares de uso pessoal  Softwares e programas educativos  Resultados esperados:  Ao final do ano os professores sintam-se mais seguros na utilização do L.I.E (Laboratório de Informática Educativa), assegurando assim a regularidade das atividades neste ambiente pelas crianças .

Objetivo Geral: A informática terá como objetivo a alfabetização tecnológica, através do manuseio da máquina, e do aprendizado de suas possibilidades de acordo com o desenvolvimento intelectual e motor da criança. Objetivos Específicos: Desenvolver a atenção, a percepção e a motricidade, requisitos importantes para o seu desenvolvimento intelectual, e a coordenação motora, para que o aluno possa adquirir controle manual no uso do equipamento.

Metodologia: Será de acordo com o planejamento do professor regente, utilização de softwares e programas compatíveis com esse aprendizado, procurando atender as necessidades individuais do aluno. “A melhor maneira de transformar a prática pedagógica é partir dela. É preciso compreendê-la, reconstruíla". Leda Fiorentini. Quando uma rede de computadores conecta uma rede de pessoas e organizações, é uma rede social1 (Garton, Haythornthwaite e Wellman, 1997, p.1). 1 Tradução da autora para: “When a computer network connects people and organizations, it is a social network”. Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: atores (pessoas, instituições ou grupos; os nós da rede) e suas conexões (interações ou laços sociais) (Wasserman e Faust, 1994; Degenne e Forse, 1999). Uma rede, assim, é uma metáfora para observar os padrões de conexão de um grupo social, a partir das conexões estabelecidas entre os diversos atores. A abordagem de rede tem, assim, seu foco na estrutura social, onde não é possível isolar os atores sociais e nem suas conexões. O estudo das redes sociais na Internet, assim, foca o problema de como as estruturas sociais surgem, de que tipo são, como são compostas através da comunicação mediada pelo computador e http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wpcontent/uploads/redessociaisnainternetrecuero.pdf. Na segunda parte do livro, a autora compartilha sua experiência. De pesquisa em diferentes sistemas e aplicativos em rede Digital, encaminhando proposições metodológicas e compartilhanREDES SOCIAIS NA INTERNET 14 do resultados. Os exemplos são esclarecedores e falam de sistemas conhecidos: Flickr, Fotolog, Orkut, Facebook, etc.

I - Unidade Escolar: EMEI “Machado de Assis”- II - Ano Letivo: 2015 III - Especificações do Projeto: Horas coletivas Período de realização: de 09 / 03 / 2015 a 09 / 12 / 2015 IV - Justificativa e Articulação com o Projeto Pedagógico da Unidade Educacional “A melhor maneira de transformar a prática pedagógica é partir dela. É preciso compreendê-la, reconstruí-la". (Leda Fiorentini)

Os registros de 2014 permitem a continuidade dos estudos do ano anterior e amplia novos olhares sob o que já é realizado na EMEI, pois compreendemos que é necessário oportunizar momentos de estudos e reflexão sobre a prática educativa, e planejamento de situações que favoreçam a superação das dificuldades existentes no dia a dia. A escolha de um projeto com horas não pontuadas se justifica no sentido que procurará nos programas de SME suporte para executarmos o PPP de nossa escola, alinhando nossas ações, sem prejuízo de uso de outras fontes bibliográficas importantes, para garantir a diversidade do pensar pedagógico. Também apontamos para a necessidade de continuidade, aprofundamento e ampliação na formação docente em serviço nos seguintes aspectos:  Práticas de incentivo a formação de leitores  Cultura de Paz e formação de valores  Pluralidade Étnica, Diversidade e Gênero na Educação Infantil

 Educação Alimentar

Esta formação é composta de momentos integram a carga horária dos professores em JEIF, e contará com a utilização do L.I.E uma vez por semana.

VI - O b j e t i v o s Em relação aos Professores:

VII - Resultados Esperados / Metas Ao final do ano letivo de 2015 teremos:

 Proporcionar momentos de reflexão sobre sua prática, critérios Em relação aos Professores: estéticos para a escolha de uma obra, redimensionamento de  O professor como referencia leitora; observação e análise  Trabalho cooperativo e em equipe por parte dos  Obter na Literatura um agente articulador das diferentes professores, alunos e demais segmentos, na linguagens; construção de uma aprendizagem significativa,  Instrumentalizar os professores no uso de novas tecnologias de um currículo contextualizado; como recurso de observação, registro e reflexão .  Professores possibilitando melhores  Melhorar a convivência entre todos os integrantes da oportunidades para as crianças estabelecerem comunidade educativa: crianças, professores, educadores, interações com outras crianças e com adultos, famílias etc. expressando seus afetos, opiniões, necessidades  Garantir espaço de reflexão e formação continuada voltada e desejos; para uma atitude de investigação, posicionamento crítico e  Valorização da diversidade e o reconhecimento superação;  Colaborar para a formação de igualdade racial e de gêneros e

respeito à diversidade;  Abordar e discutir assuntos relacionados à alimentação saudável, ampliando os conhecimento dos educandos sobre o tema.

Em relação aos alunos:

 Promover experiências significativas de aprendizagem, ampliando as possibilidades de comunicação e expressão das crianças;  Fusão entre o prazer e o conhecer;  Desenvolver gradativamente as capacidades associadas às quatro  competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler, escrever.  Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e potencialidades;  Valorização da diversidade e o reconhecimento das diferenças no ambiente escolar  Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;

das diferenças no ambiente escolar.

Em relação aos alunos:

 Ampliação de seus conhecimentos acerca da cultura escrita e seu repertório  Interajam com o livro de maneira prazerosa( ouvindo histórias e manuseando–o para explorálo, reconhecendo-o como fonte de múltiplas informações e entretenimento;  Autonomia nas interações com os colegas, professoras e demais funcionários, bem como espaços e materiais.  Colaborar para a formação de igualdade racial e de gêneros e respeito à diversidade  Conscientizar-se, através das informações , da importância da boa alimentação sem desperdícios;

VIII - Descrição das Fases/Etapas: Cronograma de execução e avaliação.

Etapa

Conteúdos

V.I.V.E 1º Bimestre 1. Introdução (março/ abril

 Ensinando valores  Por onde começar?  Valor :PAZ

Questões de gênero na Educação Infantil

2. Sexualidade Infantil 3. Sexualidade e afetividade na Escola 4. Gênero na educação infantil

Execução e Avaliação

 Planejamento da rotina semanal, seqüências didáticas e projetos;  Leitura, reflexão e registro;  Apreciação de textos relativos aos temas notórios da época;  Organização do acervo de livros e dos espaços educativos existentes na Escola (casinha de boneca e espaço leitor);  Rever os registros existentes.  Encaminhamentos em relação às ações de incentivo à leitura (biblioteca circulante, atividades do espaço leitor.)  Organização da pauta de reunião de pais

Apoio bibliográfico

1-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)- Introdução/pág.1 2-Guia do Professor- Educação Sexual para crianças de 0 a 10 anos pág.5 3-Revista Presença Pedagógica jul./ago. nº 112 pág.48 4-Revista Pátio, ano XI jul./set. 2013pág. 19 “As crianças não nascem meninos ou meninas: tornam-se um e outro( Christelle Declercq/ Daniéle Moreau) 4.a- Revista Presença Pedagógica

set./out. nº 119 pág. 42

Etapa

Conteúdos

2º Bimestre V.I.V.E (maio, junho, (julho)

1. Valor: Respeito 2. Valor : Amor

Educação Alimentar

3. Fome X Desnutrição X Obesidade 4. Os aspectos simbólicos da alimentação 5. Exemplos de boas práticas relacionadas a educação alimentar 6. Avaliação nutricional

Execução e Avaliação

Apoio bibliográfico

1-Programa Vivendo Valores na  Leitura, reflexão e registro;  Apreciação de textos relativos Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 aos temas notórios da época anos. (Diane Tillman e Diana  Organização de atividades Hsu)-pág.29 relacionadas às ações de 2-Programa Vivendo Valores na incentivo à leitura: Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 Sessão simultânea de leitura anos. (Diane) Leitura compartilhada Varal Literário Tillman e Diana Hsu)- pág.55 Outras...  Vamos avaliar o estado 3-Manual Programa nutricional dos adultos ? pag.6

AntropométricoNutrir /edição 2010

4-Revista Avisa lá – edição

especial Nutrir nov.2005 pág.13 5- Revista Avisa lá – edição especial Nutrir nov.2005

Ações de incentivo à leitura

5.a- Revista Avisa lá – edição especial nº45 fev.2011pág.5

7. Apreciação do material “Trilhas de Natura” (ações de incentivo à leitura) 8. Desdobramentos com vistas a sala de aula

6Manual AntropométricoPrograma Nutrir /edição 2010 pag26 7-Trilhas de Natura e CEDAC

Etapa

Conteúdos

3º Bimestre

V.I.V.E

Agosto Setembro

1. Valor: Responsabilidade 2. Valor : Felicidade

Execução e Avaliação

 1-Leitura, reflexão e registro;  2-Sensibilizar e discutir as práticas educacionais desenvolvidas, problematizando-as;  3- Organização de atividades relacionadas às ações de incentivo à leitura

Apoio bibliográfico

1-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)-pág.77 2-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6

T.E.A ( Transtorno do Espectro Autista)

3. Aspectos familiares do portador de TEA 4. I..D.E.A(inventario do espectro autista) 5. Formando professores

Ações de incentivo à leitura

6. Apreciação do material “Trilhas de Natura” (ações de incentivo à leitura) 7. Desdobramentos com vistas a sala de aula

 4-Planejamento da rotina semanal, seqüências didáticas e projetos  5- Relato de experiências vividas e problematização de práticas  Ampliar a discussão sobre as intervenções junto às crianças

anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)- pág.93 3- Coleção Estudos e pesquisas na área da deficiência- volume 2 – Transtornos Invasivos do desenvolvimento-3º milênio pág.99 cap.XVI 4- Coleção Estudos e pesquisas na área da deficiência- volume 2 – Transtornos Invasivos do desenvolvimento-3º milênio pág.135- Anexo 5- Coleção Estudos e pesquisas na área da deficiência- volume 2 – Transtornos Invasivos do desenvolvimento-3º milênio pág.138 cap.XXI 6. Trilhas de Natura e CEDAC

Etapa

Conteúdos

Execução e Avaliação

V.I.V.E 4º bimestre (outubro, novembro,

1. Valor: Cooperação 2. Valor : Honestidade 3. Valor : Humildade

dezembro) Educação Infantil, igualdade racial e diversidade 4. Racismo 5. Boas Práticas educativos

nos

contextos

Apoio bibliográfico

 Leitura, reflexão e registro;  Apreciação de textos relativos aos temas notórios da época  Relato de experiências vividas e problematização de práticas  Ampliar a discussão sobre as intervenções junto às crianças  Apreciação do documento  Organização de atividades relacionadas às ações de incentivo à leitura:

1-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)-pág.113

Sessão simultânea de leitura Leitura compartilhada Varal Literário Outras ...

3-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)-pág.143

2-Programa Vivendo Valores na Educação – Atividades com valores para crianças de 3 a 6 anos. (Diane Tillman e Diana Hsu)- pág.131

4.Revista Pátio ano XI jan./fev. 2013 pág.40 “ O racismo que vem do berço- Juliana Mourão)

5- Revista Avisa lá – nº33 jul;2005„À imagem e semelhança das nossas crianças”Beatriz Bianco

IX- Procedimentos Metodológicos: Orientar-se pelo princípio da Formação continuada pautada na resolução de situaçõesproblema abordando: 9.1 Identificação dos aspectos com levantamento e análise dos dados: No cronograma especificar as datas com os conteúdos correspondentes, dividindo-se bimestralmente. 9.2. Sistematização. Assim sendo, nas três horas coletivas não pontuadas, os professores em JEIF terão:  Quatro encontros semanais, de março a dezembro, para leitura e análise da bibliografia levantada, registros e reflexões sobre a prática e uso do LIE;  Elaboração de projetos de complementem a prática educacional;  Confecção de instrumentais, materiais e propostas de atividades para serem realizadas com as crianças, elaboradas pelos grupos e estágios;  Análise e registro após as leituras. 9.3 Alternativas de solução: - Articulação entre teoria e prática, através da formação continuada em serviço, abrangente e unificada com momentos de estudo e

discussão sobre a prática pedagógica, possibilitando compreender, comparar e avaliar as diversas ações educativas desenvolvidas na escola. 9.4. Implementação de propostas: 1- Planejamento de atividades para aplicação em sala de aula; 2- Confecção de materiais de apoio para a ação pedagógica; 3- Pesquisa de campo e registros coletivos; 4- Leitura, reflexão e registro da bibliografia apresentada; 5- Troca de experiências entre os pares e coordenação; 6- Vivencias 9.5 Avaliação: Avaliação contínua durante o ano letivo.

7 – PLANEJAMENTO 7.1 – INFANTI I / 2015

INFANTIL I Consideradas as Orientações Curriculares / Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas / Documentos SME OBJETIVOS GERAIS:     

Ampliar as possibilidades das crianças viverem a infância de modo a: conviver, brincar e desenvolver projetos em grupo; Cuidar de si, do outro e do ambiente, expressar-se, comunicar-se, criar e reconhecer novas linguagens; Compreender suas emoções e sentimentos e organizar seus pensamentos; Ter iniciativa e buscar soluções para problemas e conflitos; Conhecer suas necessidades, preferências e desejos ligados à construção do conhecimento e do mundo letrado;

OBJETIVOS ESPECIFICOS: Expectativas de Aprendizagem / Experiências voltadas ao conhecimento e cuidado de si, do outro, do ambiente:  Assumir a ação para seu próprio bem estar e do outro;  Desenvolver a autonomia;  Preservar a natureza e o Meio Ambiente; Expectativas de Aprendizagem / Experiências de brincar e imaginar:  Brincar como modo de expressão da infância;  Experimentar as vivências e aprender a viver;  Desenvolver-se e ampliar seus conhecimentos, quanto as tradições culturais; Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração da linguagem corporal:  Apropriar-se da própria imagem;  Aprender a controlar gradualmente o próprio movimento;  Conhecer as potencialidades e limites do próprio corpo;  Ampliar a consciência corporal em posturas e em movimento;  Nomear, conhecer as características e funções das diferentes partes do próprio corpo e do outro e do movimento corporal; Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração da linguagem verbal:  Formalizar oralmente as instruções específicas (regras de jogos, receitas, etc);  Expressar oralmente suas ideias, ouvir, contar e recontar histórias;  Seguir instruções;  Responder as solicitações;  Compreender contextos de significação. Reconhecer e recitar rimas em textos de tradição oral de memória;  Relatar fatos que compõem episódios cotidianos; Expectativas de Aprendizagem/Linguagem Escrita  Aprender a reconhecer e nomear as letras de seu nome;  Escrita do nome com apoio visual e sua verbalização;  Imitar comportamentos de escrita em suas brincadeiras simbólicas;  Ter contato com as letras e diferentes portadores de texto;  Formação de comportamento leitor;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de Exploração da Natureza e da cultura  Conhecer costumes e brincadeiras de outras épocas;  Perceber as transformações de misturas (cores, materiais líquidos, alimentos, ...)  Criar explicações para fenômenos da natureza;  Pesquisar mudanças no corpo;  Reconhecer o meio físico em que vive, tanto as pessoas como o ambiente;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de Exploração do Conhecimento Matemático.  Explorar o espaço físico de diversas formas;  Observar a diferença entre as formas geométricas;  Organizar o tempo através da observação da rotina, por exemplo;  Utilizar os objetos como estratégia de contagem;  Contar oralmente a começar pelo número 1;  Medidas de peso;  Ler e escrever os números através de diferentes registros, convencionais ou não;

       





Experiências com Expressividade das Linguagens Artísticas. (Linguagem musical, linguagem teatral, linguagem visual) Diferenciar e reconhecer os sons e alguns instrumentos musicais; Explorar as diversas maneiras de produzir sons, inclusive com o próprio corpo; Sonorizar histórias escritas em livros e as criadas pelas próprias crianças; Apreciar músicas de diferentes gêneros, estilos e épocas; Construir pequenos roteiros para encenação a partir de histórias conhecidas e/ou criadas pelas crianças; Confeccionar cenários, fantoches, etc; Organizar e classificar os próprios desenhos, utilizando critérios estéticos ou não; Reconhecer a diversidade de padrões de uso das cores; Explorar/vivenciar jogos teatrais para serem compartilhados entre grupos de faixas etárias aproximadas;

Resultados esperados em relação aos objetivos propostos Que a criança seja capaz de efetivar experiências com situações trabalhadas corretamente, institucionalizando a construção do mundo letrado.

Metodologia (Experiências Vividas) 1) Modalidades Organizativas: Atividades Permanentes; Sequências de Atividades ou Projetos. Situações de Sistematização. Orientações Curriculares – Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas. ATIVIDADES PERMANENTES:  Entrada, canto, higiene, lanche, almoço, rodas de história e conversa, Biblioteca Circulante, brincadeiras e jogos, brinquedos, atividades na quadra, contagem dos alunos, calendário, nome da escola, dia do filme. PROJETO:  Literatura Infantil e as Diferentes Linguagens; 2)      

Uso de Recursos Didáticos e Tecnológicos: Livros Infantis; Vídeo, DVD e CDs, TV; Aulas de Informática; Diferentes portadores de texto; Cartazes; Mural;

    



Lousa; Materiais Pedagógicos; Teatro; Cinema; Fantoches; Materiais Diversos.

AVALIAÇÃO: Formas, critérios, instrumentos e periodicidade de avaliações:  Observação contínua do professor em diferentes espaços e situações;  Registros;  Elaboração do relatório semestralmente;  Refletir e redimensionar a prática pedagógica. Documentos:  Orientações Curriculares – Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas  RAADI – Referencial sobre Avaliação da Aprendizagem na área de Deficiência Intelectual;  Referencial sobre Avaliação da Aprendizagem de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais;  Orientações Curriculares Expectativas de Aprendizagem para a Educação EtnicoRacial para Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio;  Parecer 20/2009 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica.

Professores: Data ____/_____/______ RF. 722.209.2 Ana Isabel da Costa Vieira de Freitas _______________________________ RF. 680.432.2 Andrea Luisa Nery Azevedo _______________________________________ RF. 615.501.4 Claudia Regina Afonso Garcia _____________________________________ RF 723.172.5 Daniela Slobodeicov Carvalho Ribeiro________________________________ RF. 681.014.4 Luciemire Silva Ferreira___________________________________________ RF. 522.025.4 Maria Cristina Nascimento ________________________________________ RF 722.982.8 Patricia Helena Rosa Camargo _____________________________________ RF. 744.839.2 Regina Butsher Cruz _____________________________________________ RF 671.703.9 Suziney Silva da Hora_____________________________________________ RF. 722.349.8 Valdice Eunice Lopes _____________________________________________

_____/ ______/ ________

______/ ______/ _______

______________________

_______________________

Coordenador Pedagógico

Diretor de Escola

7 – PLANEJAMENTO 7.2 – INFANTI II / 2015

INFANTIL II Consideradas as Orientações Curriculares / Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas / Documentos SME

OBJETIVOS GERAIS: 

Possibilitar a criança reconhecer-se como indivíduo autônomo que com a construção de seu conhecimento e da apropriação do conhecimento acumulado historicamente, possa através do mundo letrado entre outras experiências, atuar no futuro enquanto cidadão consciente de sua responsabilidade na construção de uma sociedade mais justa que preserve os recursos naturais e seja capaz de vencer os desafios de seu tempo.

OBJETIVOS ESPECIFICOS: Expectativas de Aprendizagem / Experiências voltadas ao conhecimento e cuidado de si, do outro, do ambiente:  

Que o aluno perceba-se como pessoa com habilidades, desejos, sentimentos, capaz de agir no mundo e perceber a ação do outro e do meio sobre ele; Construir uma forma própria de perceber situações e reagir a elas, considerando regras de ação estabelecidas;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de brincar e imaginar:  

Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamento, por meio das brincadeiras de faz de conta, exercitando sua liberdade de expressão e criatividade; Vivenciar, através de brincadeiras, o respeito e solidariedade, aprendendo a se relacionar com o outro;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração da linguagem corporal:     

Conhecer os limites e potencialidades do próprio corpo; Construir uma auto - imagem positiva; Interagir com diferentes parceiros, usando gestos, expressões faciais e movimentos corporais; Nomear e conhecer as funções das diferentes partes do corpo; Apropriar-se da própria imagem;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração da linguagem verbal:     

Estimular a linguagem oral e ampliar o vocabulário desenvolvendo a capacidade de ouvir e falar, exercendo a arte do diálogo; Compreender a função social da escrita mediante a exploração de diferentes portadores de texto; Relatar com detalhes fatos que compõem episódios cotidianos; Recontar histórias, reconhecer e recitar rimas e parlendas; Desenvolver comportamentos leitores;

Expectativas de Aprendizagem/Linguagem Escrita      

Reconhecer e escrever seu nome se uso do crachá; Ter contato com as letras do alfabeto de modo que evolua em sua hipótese silábica; Ter contato com diferentes portadores de texto; Identificar letras em sentenças e materiais, como revistas e jornais; Propiciar acesso a diferentes tipos de leitura; Explorar sua escrita espontânea sem padrão convencional;

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração da Natureza e da Cultura 

Compreender a relação de interdependência que temos com os meios físico e social, tendo noção dos cuidados de preservação do Meio Ambiente, da manutenção do ambiente físico e social em que está inserido e do respeito ao diferente; Criar explicações para fenômenos da natureza; Reconhecer a importância e a função de seu corpo;

 

Expectativas de Aprendizagem / Experiências de exploração do Conhecimento Matemático 

Utilizar o raciocínio lógico para resolução de problemas que envolvam o cotidiano das crianças; Explorar os números em situações que envolvam seus diferentes usos e funções; Quantificar oralmente e representar graficamente as quantidades; Identificar figuras geométricas (triângulo, círculo, quadrado e retângulos);

  

Experiências com Expressividade das Linguagens Artísticas. (Linguagem musical, linguagem teatral, linguagem visual)      

Manifestar através das artes seus desejos, sentimentos e emoções exercendo liberdade de expressão e criatividade; Conhecer diferentes técnicas de expressão da linguagem plástica; Reconhecer, descrever e expressar opiniões sobre formas planas e volumosas; Estimular a criança para que evolua sua fase do desenho; Apreciar músicas de diferentes gêneros, estilos e épocas; Confeccionar fantoches, dobraduras, etc;

Resultados esperados em relação aos objetivos propostos  Que o aluno vivencie experiências significativas com diferentes linguagens e saberes presentes em nossa sociedade, de modo a ter uma atitude positiva diante das dificuldades;  Aprender a se relacionar com os colegas, através do diálogo, respeitando as diferenças culturais e físicas de cada um;  Possibilitar o estabelecimento de formas de relação com outro, de apropriação e criação de cultura, do exercício da decisão e da criação;  Aquisição de um domínio intencional sobre o complexo sistema de coordenaçãode gestos e percepções;

   

Aprender a escutar e posicionar-se como falante, emitir opiniões pessoais, explicar fatos e fenômenos sociais e naturais; Comunicar soluções sobre questões levantadas; Relatar episódios cotidianos e argumentar à respeito de assuntos que surjam no grupo; Que o aluno entre em contato com diferentes portadores de texto, reconhecendo as diferenças das diversas linguagens.

Metodologia (Experiências Vividas)

Modalidades Organizativas: Atividades Permanentes; Sequências de Atividades ou Projetos. Situações de Sistematização. Orientações Curriculares – Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas. ATIVIDADES PERMANENTES: 

Entrada, canto, higiene, lanche, almoço, rodas de história e conversa, Biblioteca Circulante, brincadeiras e jogos, brinquedos, atividades na quadra, contagem dos alunos, calendário, nome da escola, dia do filme. PROJETO:



Literatura Infantil e as Diferentes Linguagens

           

Uso de Recursos Didáticos e Tecnológicos: Livros Infantis; Vídeo, DVD e CDs, TV; Aulas de Informática; Diferentes portadores de texto; Cartazes; Mural; Lousa; Materiais Pedagógicos; Teatro; Cinema; Fantoches; Materiais Diversos

AVALIAÇÃO: Formas, critérios, instrumentos e periodicidade de avaliações:  Observação contínua do professor em diferentes espaços e situações;  Registros;  Refletir e redimensionar a prática pedagógica.  Sondagem

Documentos:  Orientações Curriculares – Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas  RAADI – Referencial sobre Avaliação da Aprendizagem na área de Deficiência Intelectual;  Referencial sobre Avaliação da Aprendizagem de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais;  Orientações Curriculares Expectativas de Aprendizagem para a Educação EtnicoRacial para Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio;  Parecer 20/2009 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica.

Professores: Data ____/_____/______ RF 750.662.7 Bárbara Bianca Fernandes Ferreira _________________________________ RF 674.933.0 Cirlene Almeida Ramos __________________________________________ RF 656.551.4 Elenice das Neves Ribeiro _______________________________________ RF 723.456.2 Claudia Andressa de Barros________________________________________ RF 617.296.2 Marta Aparecida Jacinto Coimbra____________________________________ RF 592.320.4 Nancy dos Reis Casimiro __________________________________________ RF 738.009.7 Raquel Almeida da Cunha do Carmo _________________________________ RF 772.688.1 Roberta Melo da Silva_____________________________________________ RF 612.965.0 Solange Maria de Souza Pavoni_____________________________________ RF 556.027.6 Sonia Maria Cintra de Oliveira ______________________________________

_____/ ______/ ________

______/ ______/ _______

______________________

_______________________

Coordenador Pedagógico

Diretor de Escola

8 – QUADRO DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS (excursões – eventos – outros)

1º Semestre FEVEREIRO: Projeto Carnaval Teatro: “As vogais de Guga” – Parceria com a empresa de energia RAIZEN MARÇO: Saída Cultural – Teatro Ressurreição ABRIL: Projeto Páscoa MAIO: JUNHO: Festa Junina/Dia da Família na Escola

2º Semestre JULHO: AGOSTO: Saída Cultural SETEMBRO: - Oficinas Culturais/Dia da Família na Escola OUTUBRO: Semana da Criança NOVEMBRO: DEZEMBRO: Projeto Natal

9 - PLANO DE AÇÕES DE APOIO PEDAGÓGICO E À INCLUSÃO (Dificuldade de aprendizagem, NEE, Situação de Risco)



Atualização dos dados mapeados em 2014 dos alunos com quadros de deficiência, através de planilha padronizada contemplado nome completo, data de nascimento, série, período, professor, tipo de deficiência, atendimento educacional especializado na SAAI ou em instituição, atendimento clínicoterapêutico;



Continuidade da compatibilização dos dados da planilha com EOL e Censo escolar;



Ações que serão mobilizadas e currículos alternativos para atendimento específico a estes alunos garantindo o conteúdo das O.C. de acordo com Ano/ Série/ Estágio em que o aluno está inserido;

 Avaliação contínua, fundamentada nas adequações curriculares realizadas durante o processo de aprendizagem com Deficiência. Na Educação Infantil através

dos

documentos

de

avaliação

apontando

os

avanços

e

desenvolvimento do processo ensino aprendizagem; 

Promover a acessibilidade necessária para os alunos com deficiência;



Disponibilizar e garantir informações de cursos oferecidos pelo CEFAI e SME para professores de alunos com deficiência, bem como estimular a participação dos mesmos;

10 - PLANO DE AÇÃO 10.1 - Diretor de Escola

São Competências do Diretor de Escola:  Cumprir e/ou assegurar o cumprimento das disposições legais e das diretrizes da Política Educacional da Secretaria Municipal de Educação;  Coordenar a utilização do espaço físico da Unidade Escolar no que diz respeito: → ao atendimento e acomodação da demanda, inclusive à criação e suspensão de classes; → aos turnos de funcionamento; → à distribuição de classes por turno.  Encaminhar, na sua área de competência, os recursos e processos bem como petições, representações ou ofícios dirigidos a qualquer autoridade e/ ou remetê-los devidamente informados a quem de direito, nos prazos legais, quando for o caso;  Autorizar a matrícula dos alunos;  Aplicar as penalidades de acordo com as normas estatutárias bem como as previstas nas normas disciplinares da escola, elaboradas pelo Conselho de Escola e descritas no Plano Escolar, asseguradas ampla defesa aos acusados;  Encaminhar mensalmente ao Conselho de Escola prestação de contas sobre a aplicação dos recursos financeiros;  Apurar e fazer apurar irregularidades de que venha a tomar conhecimento no âmbito da escola, comunicando e prestando informações sobre as mesmas no Conselho de Escola;  Assinar, juntamente com o Secretário de Escola todos os documentos relativos à vida escolar dos alunos expedidos pala Unidade;  Conferir diplomas e certificados de conclusão de cursos;  Dar exercício a servidores nomeados ou designados para prestar serviços na escola;  Decidir nos casos de absoluta necessidade, sobre a impossibilidade de gozo de férias regulamentares não usufruídas no exercício correspondente, por servidores com férias não previstas no calendário escolar;  Controlar a frequência diária dos servidores, atestar a frequência bem como responder pelas folhas de frequência e pagamento do pessoal;  Autorizar a retirada do servidor durante o expediente;  Delegar atribuições quando se fizer necessário; São Atribuições do Diretor de Escola:  Participar da elaboração do Plano Escolar e acompanhar sua execução em conjunto com a equipe escolar e o Conselho de Escola;  Participar da elaboração e acompanhar a execução de todos os projetos da escola;  Organizar com o Coordenador Pedagógico e Equipe Escolar as reuniões pedagógicas da unidade;  Organizar com a Equipe Técnica, a divisão de trabalho desta e sua execução;  Garantir a organização e atualização do acervo, recortes de leis, decretos, portarias, comunicados e outros, bem como a sua ampla divulgação à Equipe Escolar e ao Conselho de Escola;  Diligenciar para que o prédio escolar e os bens patrimoniais da escola sejam mantidos e preservados: → Coordenando e orientando todos os servidores da escola sobre o uso dos equipamentos e materiais de consumo; → Coordenando e orientando a Equipe Escolar quanto à manifestação e conservação dos bens patrimoniais da escola, realizando o seu inventário, anualmente ou quando solicitado pela administração superior; → Adotando com o Conselho de Escola medidas que estimulem a comunidade a se responsabilizar pela conservação do prédio e dos equipamentos escolares.

10 - PLANO DE AÇÃO 10.2 - Assistente de Diretor de Escola

O objetivo do Assistente de Diretor de Escola é substituir o Diretor em seus impedimentos legais. Além da colaboração quanto à Organização e Coordenação geral da escola, atender ao Processo Pedagógico e Administrativo, através de um trabalho entrosado com a Direção da Escola e da Coordenação. Atender aos educandos, providenciando encaminhamentos, segundo os procedimentos que integram o Projeto Escola Promotora de Saúde da Secretaria Municipal de Educação (SME), bem como acompanhar o trabalho desenvolvido pela equipe de Saúde Bucal da UBS (Unidade Básica de Saúde), mais próxima da U.E. Além das seguintes tarefas: 

Vida funcional dos professores;



Apontamento de frequência e acompanhamento dos livros de ponto;



Merenda;



Pedagógico;



Levantamento de orçamento.

10 - PLANO DE AÇÃO 10.3 – Coordenador Pedagógico

I. Coordenar a elaboração, implementação e avaliação do Projeto Pedagógico da Unidade Educacional, tendo em vista os desafios do cotidiano escolar, as modalidades e turnos em funcionamento, visando à melhoria da qualidade da educação, em consonância com as diretrizes educacionais do município; II. Elaborar o plano de trabalho da Coordenação Pedagógica indicando metas, estratégias de formação, acompanhamento e avaliação dos impactos da formação continuada e cronograma de reuniões com a Equipe Docente para Gestão Pedagógica da U.E.; III. Coordenar a elaboração e implementação dos Planos de Ensino dos professores, garantindo a consonância com as diretrizes curriculares da SME; IV. Promover a análise dos resultados das avaliações internas e externas da aprendizagem dos alunos estabelecendo conexões com a elaboração do PP, Plano de Ensino e do Plano de trabalho da Coordenação Pedagógica; V. Identificar, junto com a Equipe Escolar, casos de educandos que apresentem dificuldades escolares e necessitem de atendimento diferenciado, orientando decisões que proporcionem encaminhamentos adequados; VI. Planejar ações para a garantia do trabalho coletivo docente e para a promoção da integração dos profissionais que compõem a Equipe Técnica da Unidade Educacional; VII. Participar da elaboração de critérios de avaliação e acompanhamento das atividades pedagógicas desenvolvidas na Unidade Educacional, bem como na organização e remanejamento de educandos em turmas e grupos; VIII. Acompanhar e avaliar junto com a equipe docente o processo contínuo de avaliação, nas diferentes atividades e componentes curriculares, bem como garantir os registros do processo pedagógico; IX. Analisar os dados obtidos referentes às dificuldades nos processos de ensino e aprendizagem, expressos nas avaliações internas e externas da U.E. garantindo a implementação de ações voltadas para sua superação; X. Organizar e sistematizar a comunicação de informações sobre o trabalho pedagógico junto aos responsáveis dos alunos; XI. Garantir a implementação e avaliação dos Programas e Projetos que assegurem a implementação da Educação Inclusiva; XII. Desenvolver estudos e pesquisas que permitam ressignificar e atualizar as práticas pedagógicas em busca de adequá-las a necessidades de aprendizagens dos alunos; XIII. Possibilitar acesso e conhecimento de diferentes recursos pedagógicos e tecnológicos disponíveis, garantindo a instrumentalização dos educadores quanto à organização e uso dos mesmos; XIV. Participar na elaboração, articulação e implementação de ações integrando a Unidade Educacional à comunidade e às organizações sociais voltadas para as práticas educacionais; XV. Promover a implementação dos Programas e Projetos da SME por meio da formação dos professores da Unidade Educacional, bem como do acompanhamento da aprendizagem dos alunos (avanços, dificuldades, necessidades específicas, etc.); XVI. Participar das diferentes instâncias de tomada de decisão quanto à destinação de recursos financeiros, materiais e humanos da U.E.; XVII. Promover o estabelecimento de relações que favoreçam a significação do papel docente, do discente, da instituição educativa e da família, respeitando a autoria, a autonomia e a diversidade dos envolvidos; XVIII. Participar dos diferentes momentos de avaliação dos alunos com Necessidades Educacionais Especiais, promovendo estudos de caso e estabelecendo junto com os professores critérios de encaminhamentos de alunos com dificuldades de aprendizagem.

10 - PLANO DE AÇÃO 10.4 – ATE

I – Executar atividades de natureza técnico-administrativa da Secretaria da Escola, em especial: a) receber, classificar, arquivar, instruir e encaminhar documentos, expediente de funcionários e de alunos da Escola; b) controlar e registrar dados relativos à vida funcional dos servidores da escola e à vida escolar dos alunos; c) digitar documentos, expedientes e processos, inclusive os de natureza didáticopedagógico;. II - Executar atividades auxiliares de administração relativas ao recenseamento e controle da demanda e da frequência dos alunos; III - Fornecer dados e informações da organização escolar com cronograma estabelecido no Plano Escolar ou determinados pelos órgãos superiores; IV – Responsabilizar-se pelas tarefas que lhe forem atribuídas pela Direção da Escola, respeitada a legislação vigente; V - Participar de atividade de integração Escola-Comunidade; VI – Atender ao público em geral, prestando informações e transmitindo avisos recados; VII - Executar atividades correlatas após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas no Plano Escolar; VII – Exercer outras tarefas que lhe forem atribuídas pela direção da escola, em sua área de atuação. IX - Dar atendimento e acompanhamento aos alunos nos horários de entrada saída, recreio e em outros períodos em que não houver a assistência do Professor; X - Comunicar à direção da escola eventuais enfermidades ou acidentes ocorridos com os alunos, bem como outras ocorrências graves; XI- Participar de programas definidos no projeto pedagógico que visem à prevenção de acidentes e o uso indevido de substâncias nocivas à saúde dos educandos; XII - Auxiliar os professores quanto às providências de assistência diária aos alunos; XIII - Participar das atividades de integração escola-comunidade; XV - Colaborar no controle dos educandos quando da participação em atividades cívicas ou em concentrações escolares de qualquer natureza; XVI - Colaborar nos programas de recenseamento e controle de frequência escolar dos alunos; XVII - Executar atividades correlatas, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas no projeto pedagógico;

XVIII - Acompanhar os alunos em atividades extracurriculares como passeios excursões, visitas, entre outras; XIX - Acompanhar os alunos até sua residência, quando determinado pela direção da unidade escolar; XX - Acompanhar o aluno, caso haja necessidade de atendimento médico em unidade hospitalar, quando determinado pela direção da unidade escolar. Em casos de pequena gravidade, prestar-lhe socorro de urgência;

10 - PLANO DE AÇÃO 10.5 – Auxiliar da Ação Educativa - Agente Escolar

São atribuições do cargo de Agente Escolar: I - auxiliar no atendimento e na organização dos educandos, nas áreas de circulação interna ou externa, nos horários de entrada, recreio e saída; II - prestar assistência aos educandos nas atividades desenvolvidas fora da sala de aula; III - auxiliar no atendimento dos educandos que apresentem necessidades educacionais especiais; IV - preparar e distribuir refeições e merenda aos educandos; V - executar os serviços de limpeza, higiene, conservação, manutenção do prédio escolar e de suas instalações, equipamentos e materiais; VI - desempenhar as atividades de portaria; VII - prestar atendimento ao público interno e externo, com habilidade no trato e transmissão de informações. As atribuições referidas nos incisos IV e V deste artigo serão exercidas, exclusivamente, pelos atuais Agentes Escolares lotados em unidades educacionais que não contem com os serviços de limpeza, de nutrição e alimentação escolar terceirizados." (NR)

10 - PLANO DE AÇÃO 10.6 - Agente de Apoio - Vigilância

ATRIBUIÇÕES DOS VIGIAS:

I – Vigiar, inspecionar e vistoriar o prédio escolar e suas instalações, equipamentos e materiais; II – Auxiliar no atendimento e organização dos educandos nos horários de entrada e saída; III – Orientar e prestar informações ao público; IV – Executar atividades correlatas, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas no Plano Escolar.

10 - PLANO DE AÇÃO 10.7 – PROFESORES READAPTADOS

Giuliana Gonçalves Pravadelli de Ávila – RF 777.497.4/1 Readaptação Temporária – deverá exercer atividades compatíveis com suas aptidões, leves, que não exijam esforços físicos, deambulação constante, permanência em pé por tempo prolongado, uso frequente de escadarias. Diante do laudo apresentado, foi delegado à funcionária atividades de atendimento telefônico, leitura do Diário Oficial, realização de matrículas, registro de saídas antecipadas de alunos, contato com as famílias via telefone.

Valéria Maurício – RF 567.683.5/2 Readaptação Definitiva – deverá exercer atividades compatíveis com suas aptidões, extra-classe, leves, que não exijam esforços físicos e deambulação constante, exercidas em ambiente interno. Diante do laudo apresentado, a funcionária auxiliar em atividades como elaboração de cartazes, criação de temas para datas comemorativas, preparação de material pedagógico (recorte, colagem, etc).

Rosemary Medeiros Nunes – RF 735.930.6/1 Readaptação Temporária – deverá exercer atividades compatíveis com suas aptidões, extraclasse, afastada do contato frequente com o público infanto-juvenil e de atividades geradoras de tensão emocional, exercidas em ambiente interno. Diante do laudo apresentado, foi delegado à funcionária atividades de leitura de Diário Oficial, recorte de bilhetes, organização e distribuição de material aos professores, contagem de alunos e tombagem de livros do acervo.

EMEI MACHADO DE ASSIS 11 - ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE 11.1 - QUADRO DA EQUIPE DOCENTE – 2015

TURNO MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ MANHÃ INTER INTER INTER INTER INTER INTER INTER INTER INTER INTER VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO

ESTÁGIO 5A 5B 5C 5D 6A 6B 6C 6D MÓDULO MÓDULO 5A/5E 5B/5F 5C/5G 5D/5H 6A/6E 6B/6F 6C/6G 6D/6H MÓDULO MÓDULO 5E 5F 5G 5H

NOME Ana Isabel da Costa V.de Freitas Andrea Luisa Nery Azevedo Suziney Silva da Hora Valdice Eunice Lopes Raquel Almeida da C. do Carmo Claudia Andressa de Barros Bárbara Bianca Fernandes Ferreira Nancy dos Reis Casimiro Gomes Benedita Ap.Caldeiran Martins Sirlene Ainda Nunes de Almeida Ana Isabel da Costa V.de Freitas Claudia Regina Afonso Garcia Lucimeire Silva Ferreira Patricia Helena Rosa Camargo Solange Maria de Souza Pavoni Marta Aparecida Jacinto Coimbra Nancy dos Reis Casimiro Gomes Cirlene Almeida Ramos Valdice Eunice Lopes Andrea Luisa Nery Azevedo Maria Cristina Nascimento Daniela Slobodeicov C. Ribeiro Lucimeire Silva Ferreira Regina Butsher Cruz

REGISTRO FUNCIONAL 722.209.2/1 680.432.2/1 671.703.9/1 722.349.8/1 738.009.7/1 723.456.2/2 750.662.7/1 592.320.4/3 669.498.5/2 724.435.5/1 722.209.2/2 615.501.4/2 681.014.4/1 722.982.8/2 612.965.0/2 617.296.2/2 592.320.4/3 674.933.0/3 722.349.8/1 680.432.2/3 522.025.4/3 723.172.5/2 681.014.4/3 744.839.2/3

CATEGORIA FUNCIONAL Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo

JORNADA JB JBD JEIF X X X X X X X X X

OBSERVAÇÕES

Licença Médica 6D

X X X X X X X X X X

Licença Médica 6C/6G X X

X X

EMEI MACHADO DE ASSIS ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE QUADRO DA EQUIPE DOCENTE – 2015

TURNO VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO VESPERTINO

ESTÁGIO 6E 6F 6G 6H MÓDULO MÓDULO

MANHÃ INTERMEDIÁRIO VESPERTINO

MANHÃ INTERMEDIÁRIO MANHÃ

MÓDULO MÓDULO ACOM.

NOME Solange Maria de Souza Pavoni Roberta Melo da Silva Sonia Maria Cintra de Oliveira Elenice das Neves Ribeiro Claudia Andressa de Barros Maria Inês Pereira

REGISTRO FUNCIONAL 612.965.0/3 772.688.1/1 556.027.6/2 656.551.4/2 723.456.2/2 623.280.9/1

CATEGORIA FUNCIONAL Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo Efetivo

Giuliana Gonçalves P. de Avila Rosemary Medeiros Nunes Valéria Maurício

777.497.4/1 735.930.6/1 567.683.5/2

Efetivo Efetivo Efetivo

Eliana Maria Reis Araújo Giuliana Bernardinelli Pereira Viviane Aparecida A. do Nascimento

568.964.3/1 680.352.1/1 727.723.7/1

Efetivo Efetivo Efetivo

Celina Oliveira Vicente Renata Vieira da Silva Edna Paula Souza dos Santos

797.114.1/1 815.149.1/1 816.601.3/1

Efetivo Contratada Contratada

JORNADA OBSERVAÇÕES JB JBD JEIF X X X X X X X X X

READAPTADA READAPTADA READAPTADA DRE – CL DRE – CL DRE- SA

X X X

11 – PROFESSOR EM COMPLEMENTAÇÃO DE JORNADA – CJ (MÓDULO) 11.2 – PLANO DE AÇÃO

PROFESSORES / MÓDULOS 

Regência de sala na ausência do professor;



Auxílio aos professores no trabalho pedagógico;



Planejamento e preparo de atividades lúdicas e pedagógicas de acordo com o PEA;



Auxílio em atividades culturais na U.E. e fora dela;



Atendimento às crianças com necessidades especiais;



Ações solicitadas pela equipe técnica;



Acolhimento e orientação às crianças dentro da escola.

Professores: Data ____/_____/______

RF 680.432.2/3 Andréa Luisa Nery Azevedo _____________________________________ RF 669.498.5/2 Benedita Aparecida Caldeiran Martins ____________________________ RF 797.114.1/1 Celina Oliveira Vicente ___________________________________________ RF 723.456.2/1 Cláudia Andressa de Barros ________________________________________ RF 816.601.3/1 Edna Paula Souza dos Santos ______________________________________ RF 623.280.9/1 Maria Inês Pereira ________________________________________________ RF 815.149.1/1 Renata Vieira da Silva ____________________________________________ RF 722.349.8/1 Valdice Eunice Lopes _____________________________________________

______/ ______/ ________

______/ ______/ _______

______________________

______________________

Coordenador Pedagógico

Diretor de Escola

EMEI MACHADO DE ASSIS 12 - QUADRO DE HORÁRIO 12.1 EQUIPE GESTORA

CARGO NOME

Diretor de Escola ADRIANA MARIA POCHINI MARTINES

REG.FUNC.

SEGUNDA- FEIRA

TERÇA - FEIRA

QUARTA - FEIRA

QUINTA - FEIRA

SEXTA - FEIRA

07:00 – 16:00

10:00 - 19:00

07:00 – 16:00

10:00 - 19:00

07:00 – 16:00

12:30 - 13:30

12:30 - 13:30

12:30 - 13:30

12:30 - 13:30

12:30 - 13:30

TERÇA – FEIRA

QUARTA - FEIRA

QUINTA – FEIRA

SEXTA - FEIRA

07:00 – 15:30

10:30 – 19:00

07:00 – 15:30

10:30 – 19:00

13:30 – 14:00

13:30 – 14:00

13:30 – 14:00

13:30 – 14:00

13:30 – 14:00

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA - FEIRA

QUARTA - FEIRA

QUINTA - FEIRA

SEXTA - FEIRA

10:30 – 19:00

08:30 – 17:00

08:30 – 17:00

08:30 – 17:00

10:30 – 19:00

12:45 – 13:15

12:45 – 13:15

12:45 – 13:15

12:45 – 13:15

12:45 – 13:15

675.441.4/1

HOR. REF. CARGO

Assistente de Diretor de Escola

SEGUNDA-FEIRA

NOME

SANDRA REGINA PELOSI

10:30 – 19:00

691.012.2/1

-

REG.FUNC. HOR. REF. CARGO

Coordenador Pedagógico

NOME CLAUDIA DE DONATO REG.FUNC. 583.027.3/3 HOR. REF.

Obs.: O horário de trabalho das Equipes Técnicas das U.E.s deve estar organizado de maneira a assegurar o atendimento administrativo e pedagógico a todos os turnos de funcionamento da Unidade , sujeito à aprovação do Supervisor Escolar e homologação do Diretor Regional de Educação. São Paulo, ___ / ___ / ___ ______________________ DIRETOR DE ESCOLA

São Paulo, ___ / ___ / ___ ________________________ SUPERVISOR ESCOLAR

São Paulo, ___ / ___ / ___ __________________________________ DIRETOR REGIONAL DE EDUCAÇÃO

EMEI MACHADO DE ASSIS 12 - QUADRO DE HORÁRIO 12.2 - AUXILIAR TÉCNICO DE DUCAÇÃO

CARGO

ATE

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

NOME

Graciete Divino Brito

REG. FUNC.

789.140.7/1 12:00h às 12:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

ATE

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

11:00h às 19:30h

11:00h às 19;30h

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

HOR. REF.

CARGO NOME REG. FUNC. HOR. REF.

José Pedro Mendes 721.474.0/1 13:30h às 14:00h

EMEI MACHADO DE ASSIS 12 - QUADRO DE HORÁRIO 12.2 - AUXILIAR TÉCNICO DE DUCAÇÃO

CARGO

ATE

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

NOME

Marilene Sobral de Noronha

REG. FUNC.

783.506.0/1

10:30h às 19:00h

10:30h às 19:00h

10:30h às 19:00h

10:30h às 19:00h

10:30h às 19:00h

ATE

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

Tânia Cristina Aparecida Cuono de Oliveira

10:00h às 19:00h

10:00h às 19:00h

10:00h às 19:00h

10:00h às 19:00h

10:00h às 19:00h

12:30h às 13:00h HOR. REF. CARGO NOME REG. FUNC. HOR. REF.

674.912.7/3 12h00 às 13:00h

Obs: A funcionária Tânia Cristina encontra-se em Licença Médica há mais de um ano, motivo pelo qual a funcionária Marilene está fazendo o horário apresentado. Assim que a funcionária retornar ao trabalho, faremos uma adequação nos horários para melhor atender as necessidades da escola.

EMEI MACHADO DE ASSIS 12.3 – EQUIPE DE APOIO – AGENTE ESCOLAR

CARGO

AGENTE ESCOLAR

NOME

Silvia Regina Abbate

REG. FUNC.

476.309.2/2

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

07:00h às 15:30h

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

11:30h às 12:00h HOR. REF.

CARGO NOME REG. FUNC. HOR. REF.

EMEI MACHADO DE ASSIS 12.4 -– EQUIPE DE APOIO (VIGIAS NOTURNO)

CARGO

NOME

VIGIA

SEGUNDAFEIRA

Marinaldo Medrado

19:30h às 07:30h

REG. FUNC.

649.972.4/1

HOR. REF.

01:00h à 01:30h

CARGO

VIGIA

NOME

SEGUNDAFEIRA

Marinaldo Medrado 649.972.4/1

HOR. REF.

01:00h à 01:30h

CARGO

VIGIA

SEGUNDAFEIRA

Francisco Medrado

19:30h às 07:30h

REG. FUNC.

539.903.3/2

HOR. REF.

01:00h à 01:30h

CARGO

VIGIA

NOME REG. FUNC. HOR. REF.

Francisco Medrado 539.903.3/2

QUARTAFEIRA

SEGUNDAFEIRA

QUINTAFEIRA

19:30h às 07:30h

TERÇAFEIRA

QUARTAFEIRA

19:30h às 07:30h

REG. FUNC.

NOME

TERÇAFEIRA

TERÇAFEIRA

QUINTAFEIRA

19:30h às 07:30h

SEXTAFEIRA

19:30h às 07:30h

QUARTAFEIRA

QUARTAFEIRA

SÁBADO

19:30h às 07:30h

QUINTAFEIRA

19:30h às 07:30h

TERÇAFEIRA

SEXTAFEIRA

19:30h às 07:30h

SÁBADO

19:30h às 07:30h

01:00h à 01:30h OBS: OS VIGIAS NOTURNO DESTA UNIDADE TRABALHAM 12H X 36H

DOMINGO

19:30h às 07:30h

SEXTAFEIRA

SÁBADO

19:30h às 07:30h

QUINTAFEIRA

DOMINGO

SEXTAFEIRA

DOMINGO

19:30h às 07:30h

SÁBADO

19:30h às 07:30h

DOMINGO

EMEI MACHADO DE ASSIS 12.5 -– EQUIPE DE APOIO (VIGIA DIURNO)

CARGO

NOME

VIGIA

SEGUNDAFEIRA

TERÇAFEIRA

QUARTAFEIRA

QUINTAFEIRA

SEXTAFEIRA

Marcos Tadeu de Paula

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

11:00h às 19:30h

REG. FUNC.

628.662.3/2

HOR. REF.

14:00h às 14:30h

SÁBADO

DOMINGO

Encaminhar à DRE até

Portaria SME nº 6570 Nº

S

T

Q

Q

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Q

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Q

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DRE

DRE

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I

6

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9

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DP

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D

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FEVEREIRO

1 MARÇO

ABRIL

2º Bimestre

1 MAIO

2

3

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JUNHO

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7 4

8 5

9

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6

7

4

5

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1

2

3

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5

L

L

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PT

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3

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L

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Q

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Q

1

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3

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8

JULHO

14 11

15 12

13

14

15

16

17

RP

L

L

L

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22

16

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18 L

L

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L

L

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RP 10

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12

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L

21 18

22 19

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24

PT

F

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L

L

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28

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24

25 L

L

L

L

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L

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18

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24

L

T

Q

Q

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30

31

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30

L

L

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S

25

26

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L 28

21

S

D

S

JULHO

1

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3

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6

7

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L

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1

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L

L

L

L

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2

3

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5

6

F

L

L

L

L

1

2

3

4

L

L

L

L

SETEMBRO

4º Bimestre

T

30

OUTUBRO

1

2

L

L

3

4 1

NOVEMBRO

5

DEZEMBRO

S

S

D

S

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Q

Q

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25

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R

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PTP

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F 12

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31

F

L

L

F

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PF

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DP

F

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R

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8

30

18

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27

28

29

30

31

R

R

R

R

R

R

R

17

RP

ATENDIMENTO no ano:

SUSPENSÃO DE ATIVIDADES

R

RP I

DP

Organização Escolar

Recesso Escolar

PTP

Planos de trabalho dos Professores

Reunião Pedagógica (4 anuais)

AV

Auto-Avaliação Inst. Participativa

INDICADORES DE Qualidade da E I Paulistana

NOS PERIODOS DE 04 A 16/05 E DE 01 A 12/06

Doc Pedagógica

S.P. _____ / _____ / 2015

___________________________________ Diretor de Escola

13/06/2015

DIA DA FAMILIA NA ESCOLA - LETIVO

19/09/2015

DIA DA FAMILIA NA ESCOLA - LETIVO

Pela Homologação

Homologado

S.P. _____ / _____ / 2015

S.P._____ / _____ / 2015

_____________________ Supervisor Escolar

28

28

25 29

29

30

29

OUTRAS ATIVIDADES

OE

31

22

28

LEGENDA

Feriado / Ponto Facultativo

21

31

17 102

Qualquer alteração, durante o ano, no calendário homologado deve ser apresentada com antecedência ao Supervisor para aprovação e homologação pelo Diretor Regional.

Férias Docentes

8

2

20

Total de atendimento do 2º semestre:

F/PF

26

31 RP

27

26

12

98

Q

R

24

31

Q

10

24 29

19 29

T

9

30

19

5

F

16

#

3º Bimestre

S

27

27 13

18

Total de atendimentos do 1º semestre:

Q

27

16 28

APM

#

28

55

F

S

#

F

D

Conselho de Escola

D

3

Reunião com Pais

S

2

Reuniões Pedagógicas

S

1

Atendimento Bimestral

Q

43

1º Bimestre

JANEIRO

L

50

MESES

CALENDARIO 2015

EMEI MACHADO DE ASSIS

52

U.E.

06/03/2015

0

Atendimento Mensal

DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE SANTO AMARO

EVENTOS PEDAGÓGICOS

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

_________________________ Diretor Regional de Educação

200

30

19

27 11

18

18

EMEI MACHADO DE ASSIS DRE SA CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO DE ESCOLA EXERCÍCIO : 01 / 04 / 2015 a 31/03/2016

DATA DE ELEIÇÃO: 27/02/2015

NÚMERO DE CLASSES: 16

NÚMERO DE MEMBROS: 18

Art. 120. Os membros do Conselho de Escola e seus suplentes serão eleitos em assembleia, por seus pares, respeitadas as respectivas categorias e o critério da proporcionalidade. § 1º. O mandato dos membros eleitos do Conselho será anual, permitida sua reeleição. § 2º. O mandato inicia-se em 30 (trinta) dias após o início do ano letivo e será prorrogado até a posse do novo Conselho de Escola.

PRESIDENTE: Adriana Maria Pochini Martines VICE PRESIDENTE: Sandra Regina Pelosi REPRESENTANTES DAS EQUIPES

FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES Andrea Luisa Nery Azevedo Claudia Andressa de Barros Elenice das Neves Ribeiro Graciete Divino Brito Marilene Sobral de Noronha Raquel Almeida da Cunha do Carmo

PAIS E REPRESENTANTES DA UNIDADE Adriana Gamero Gonçalves Cintia Cristina de Souza Cirlene de Oliveira Araújo Fabiana Falcão Limeira Fernanda Merida do Nascimento Juscilene Almeida da Mata Katielly Hestefany Bronczek Patrícia Leite Martins Sara Regina Pierri Alves

SUPLENTES - 50% 1- Cirlene Almeida Ramos 2 –Daniela Slobodeicov Carvalho Ribeiro 3 –Regina Butsher Cruz 4 –Renata Vieira da Silva

SUPLENTES – 50% 1 – Debora Santos de Castro 2 – Francisco Aparecido dos Santos 3 – Neuzita Carvalho de Almeida 4 – Nivaldo Aparecido Venâncio Pires

DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO - SANTO AMARO

EMEI MACHADO DE ASSIS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES - CONSTITUIÇÃO EXERCÍCIO - 01 DE MAIO DE 2015 A 30 DE ABRIL DE 2016

DATA DE ELEIÇÃO: 24/04/2015

DIRETORIA EXECUTIVA

CONSELHO FISCAL

1 - PRESIDENTE: Adriana Maria Pochini Martines

1 - PRESIDENTE: Sara Regina Pierre Alves

2 - VICE-PRESIDENTE: Claudia Andressa de Barros

2 - CONSELHEIRO: Heloisa de Barros cabolon

3 - SECRETÁRIO: Cirlene Almeida Ramos

3 - CONSELHEIRO: Regina Butsher Cruz

4 - 1º TESOUREIRO: Solange Maria de Souza Pavoni

4 - CONSELHEIRO: Marilene Sobral de Noronha

5 - 2º TESOUREIRO : Fabiana Falcão Limeira

5 - CONSELHEIRO: Amanda Soares dos Santos

6 - 1ª VOGAL: Sandra Regina Pelosi 7 - 2º VOGAL : Daniela Slobodeicov Carvalho Ribeiro 8 - 3ª VOGAL: Merci da Graça Silva 9 - 4ª VOGAL: Nivaldo Aparecido Venâncio Pires DIRETORIA EXECUTIVA

CONSELHO FISCAL Art.11 - A Diretoria Executiva da Associação de Pais e Mestres da EMEI Machado de Assis, será composta de, pelo menos, quatro Art. 19 - O Conselho Fiscal será constituído por 5 (cinco) representantes dos associados, sendo, pelo menos 3 (três) dentre pais, responsáveis ou tutores dos alunos pais, responsáveis ou tutores de alunos matriculados, e constituida de: matriculados ou alunos maiores de 18 anos. Parágrafo Único - O mandato de seus membros será de um ano, permitida a recondução por uma vez, ou, posteriormente, com interstício de um ano. I . Presidente. II . Vice-Presidente. III . Secretário. IV . 1º Tesoureiro. V . 2º Tesoureiro. VI . 4 (quatro) vogais. § 1º - O mandato de cada um dos membros, será de 1(um) ano, podendo haver recondução ao mesmo cargo, por mais de um período ou, posteriormente, com interstício de um ano. § 2º - A regra prevista no parágrafo anterior não se aplica à hipótese de ser eleito presidente o diretor da escola, que poderá permanecer no cargo presidente enquanto for da escola. § 3° - O Vice-Presidente da Diretoria Executiva e o 1º Tesoureiro serão escolhidos, de preferência, entre pais, responsáveis ou tutores de alunos. § 4º - Sendo Presidente o Diretor da Unidade Educacional e ocorrendo a vacância desse cargo, será indicado novo Presidente pela Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, referendado por Assembléia Geral oportuna, entre os ocupantes de cargos, na seguinte ordem: Assistente de Diretor de Escola, Coordenador Pedagógico e Docente.
EMEI MACHADO DE ASSIS

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