APOSTILA - CURSO NR 35 (SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE)

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PREVENÇÃO CURSOS E TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DO TRABALHO

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA

CURSO DE NR 35 (SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE) ATENÇÃO: É proibida a reprodução total e parcial ou qualquer forma de comercialização. Os créditos dos conteúdos são dados aos respectivos autores descritos na bibliografia consultada.

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SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE: O referido problema foi estudado inicialmente após a morte de vários espeleologistas que abandonaram os métodos tradicionais de escalada que utilizavam escadas, pelo método que utilizava apenas cordas e passava longos períodos em suspensão. A falha no sistema circulatório ocasionado pela compressão das fitas do cinturão de segurança tipo paraquedista, devido longos períodos em suspensão em trabalhos de Alpinismo Industrial ou após ter a queda retida e encontrar-se suspenso pelo sistema de segurança contra quedas, foi inicialmente chamado de Síndrome do Boudrier, mas algumas literaturas tratam como choque ortostático e no Brasil popularizou-se como Síndrome da suspensão.

PRINCIPAIS SINAIS E SINTOMAS: São sinais e sintomas relacionados à suspensão inerte em cintos de segurança, estes podem começar já após o segundo minuto de suspensão: 1. Formigamento, Amortecimento; 2. Tonturas, Náuseas, Hipertermia, Inconsciência; 3. Represamento de volume circulatório nos membros inferiores, resultando várias

complicações (choque circulatório, reações fisiológicas, entre outras) 4. Traumas irreversíveis, óbito.

SOLUÇÕES NOS TRABALHOS EM ALTURA: Para Trabalhos em Altura em que exista a necessidade de longos períodos suspenso, é requerido os assentos de suspensão que evitam o represamento do sangue e diminui a compressão das fitas do cinturão de segurança contra principalmente as veias e artérias femorais. MODELOS DE ASSENTOS:

ASSENTO ALTISEG

ASSENTO PETZL

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UTILIZAÇÃO DE ASSENTO:

SOLUÇÕES QUE POSSIBILITAM A AMPLIAÇÃO DO TEMPO RESPOSTA DE RESGATE?

1. PEDAL DE EMERGÊNCIA: É um equipamento projetado para situações de emergência. Muitas vezes após uma queda, o trabalhador depende de um resgate, o qual pode demorar um tempo variável. Quando o trabalhador fica muito tempo suspenso pelo cinto de segurança, ele fica sujeito a vários sinais e sintomas, isto nós chamamos de síndrome de suspensão inerte. O pedal de emergência é criado para dar um suporte para o trabalhador que está suspenso nesta situação, criando um apoio para facilitar a circulação do sangue nas pernas e diminuindo assim o desconforto e os agravantes da síndrome, enquanto aguarda um resgate. (TEXTO ALTISEG).

PEDAL DE EMERGÊNCIA

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EM CASOS DE RESGATES? É imprescindível que inicialmente, a empresa tenha um plano de salvamento para todos os cenários, que possibilitem a ocorrência de traumas ocasionados por quedas (empresas especializadas podem elaborar), após o inventário destes locais devem optar em treinar todos seus funcionários que trabalhem em altura conforme trata a NR-35, ter uma equipe de resgate para pronto-atendimento ou que seus funcionários sejam treinados para atuarem em Auto resgate. Não confundir resgate com evacuação, o resgate requer a recuperação da vítima por uma equipe preparada para esta finalidade e a evacuação é a ação que num menor espaço de tempo, dependendo do tipo de emergência sair do local sinistrado.

TRATAMENTO DA SÍNDROME: Após retirada da suspensão a vítima deverá ficar sentada com as pernas flexionadas o tempo de suspensão somados mais 10 (dez) minutos. A vítima só poderá ser deitada se estiver em parada cardiopulmonar para execução de RCP.

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